O termo ecocídio, que descreve a destruição ambiental extensa e irreversível, ganhou base ética e científica sólida após a publicação de Primavera Silenciosa (1962), de Rachel Carson. Embora o termo tenha sido formalmente cunhado em 1970 por Arthur W. Galston em referência à Guerra do Vietnã, a denúncia científica pioneira da bióloga, escritora e ecologista americana, que alertava para as graves consequências do dano ecológico, foi um instrumento essencial para o ativismo e o debate jurídico e ambiental. Este artigo se aprofundará no trabalho de Rachel Carson, destacando como sua visão inovadora é crucial para a discussão atual sobre a criminalização do ecocídio e a salvaguarda do planeta.
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