Biodiversidade
Protegendo o tesouro da vida: conheça a Convenção sobre Diversidade Biológica!
Na palestra desta semana do Educa+, o tema é uma introdução à biodiversidade e à Convenção sobre Diversidade Biológica. Entre os tópicos abordados, estão o uso sustentável e a repartição de benefícios, importantes meios para garantir a conservação da fauna e flora num dos países mais megadiversos do mundo. Ministério do Meio Ambiente.
Salvando vidas e preservando o planeta
Junte-se à causa: Dia Mundial do Meio Ambiente chama à ação!
Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima
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Biodiversidade
🌊 A Fome como Vetor de Destruição Ambiental: O Ecocídio Silencioso no Colapso da Segurança Alimentar
A linha que separa a sobrevivência humana do colapso ecológico é mais tênue do que imaginamos. Quando a fome se instala, seja por crises climáticas ou por falhas deliberadas de governança, o meio ambiente torna-se a última e mais vulnerável fronteira de recurso, dando origem ao que a ciência e o direito moderno classificam como Ecocídio. O artigo a seguir, complementado por uma curadoria documental estratégica, convida o leitor a desvendar os mecanismos invisíveis que conectam a tragédia da Grande Fome Irlandesa à caça predatória contemporânea e à destruição dos oceanos. Ao compreender que a segurança alimentar e a saúde dos ecossistemas são faces da mesma moeda, fica claro que a luta contra a fome é, em última análise, a luta pela preservação da vida em todas as suas formas. Prepare-se para uma análise profunda sobre como a vulnerabilidade social se transforma em dano ambiental irreversível e por que o reconhecimento jurídico do Ecocídio é o ‘bom advogado’ que a Terra e as futuras gerações urgentemente precisam.
Pressão de Caça, Monocultura e a Extinção da Biodiversidade Agrícola em Cenários de Crise
1. Introdução
A segurança alimentar e a saúde dos ecossistemas são faces indissociáveis da mesma moeda. Em um cenário global marcado por crises climáticas severas, conflitos geopolíticos e instabilidade econômica, a falha nas fontes de subsistência tradicionais desencadeia um efeito dominó que culmina na destruição acelerada do meio ambiente. O conceito de Ecocídio – definido como atos que causam danos graves, generalizados ou de longa duração ao ecossistema (STOP ECOCIDE FOUNDATION, 2021) – adquire uma dimensão crucial ao analisarmos como a fome humana é frequentemente utilizada como arma ou resultante de colapsos ambientais induzidos.
Esta análise, alinhada aos princípios de responsabilidade socioambiental da Revista Digital Ecocídio, fundamenta-se em lições históricas já exploradas em nossas publicações anteriores. Para compreender o presente, é preciso revisitar como a intervenção humana desastrosa na biodiversidade, como a Tragédia dos Pardais na Grande Fome Chinesa, rompeu o equilíbrio ecológico com consequências letais. Da mesma forma, o uso da fome como ferramenta política e de controle territorial — exemplificado pelo Extermínio do Bisão Americano e pela engenharia da escassez no Holodomor ucraniano — revela o nexo sombrio entre genocídio cultural e destruição ambiental silenciosa.
A vulnerabilidade das monoculturas, outro pilar desta discussão, encontra raízes na Grande Fome da Batata na Irlanda, cujas lições sobre a falta de diversidade genética ecoam nas ameaças climáticas do século XXI. Além disso, a contaminação química de fontes vitais, como o caso do Mercúrio na Baía de Minamata, demonstra que o ecocídio alimentar também ocorre pela toxicidade dos recursos hídricos. Diante do debate contemporâneo, onde figuras como Bill Gates na COP30 propõem novas doutrinas climáticas, este artigo explora o vínculo crítico entre a insegurança alimentar e a degradação ecológica através de três vetores: o aumento da caça de sobrevivência (bushmeat), a fragilidade das monoculturas e o impacto devastador nos ecossistemas aquáticos.
O objetivo é oferecer uma base teórica que impeça que a urgência da fome seja usada como pretexto para a perpetuação do ecocídio. Afinal, aprender com os próprios erros e não repeti-los envolve aceitar a falha, analisar objetivamente o ocorrido — suas causas, emoções e impactos — e assumir a responsabilidade de mudar padrões de pensamento e comportamento. Ao transformar a experiência histórica em sabedoria, utilizamos esses degraus para o crescimento coletivo, convertendo o erro em aprendizado ativo e o alerta ambiental em justiça restaurativa, evitando que o arrependimento paralisante impeça as transformações necessárias para a resiliência do planeta.

2. O Vínculo Inseparável: Fome Humana e Declínio da Vida Selvagem
2.1. A Caça de Sobrevivência (Bushmeat) e o Ecocídio
Em situações de crise de fome ou pobreza extrema, as populações rurais e em áreas de fronteira se voltam para a vida selvagem como último recurso para obter proteínas. Essa prática, conhecida como Caça de Sobrevivência ou Bushmeat, aumenta exponencialmente a pressão de caça, muitas vezes de forma insustentável.
- Extinção Local e Regional: A caça não regulamentada e desesperada atinge espécies-chave, incluindo aquelas classificadas como raras ou em perigo de extinção, levando à sua erradicação local. Segundo a WWF e outras instituições, o comércio de carne de caça é uma das principais ameaças à biodiversidade na África e Ásia, exacerbada pela vulnerabilidade socioeconômica (WWF, 2024).
- Destruição de Habitat Colateral: A busca por alimentos e lenha, impulsionada pela escassez, leva à invasão de áreas de conservação e ao desmatamento, que é a principal causa do declínio de espécies. O abandono de terras e a mudança abrupta nas práticas agrícolas, como observado no Holodomor (MINKOVA, 2021), alteram paisagens e o equilíbrio de populações animais, causando um dano de longa duração ao ecossistema, enquadrável na definição de Ecocídio.
2.2. O Declínio da Diversidade Agrícola e a Lição da Fome Irlandesa
A segurança alimentar não depende apenas da quantidade de alimentos, mas de sua diversidade genética. A monocultura intensiva, motivada pela busca de alto rendimento e controle político/econômico, é uma vulnerabilidade estrutural que pode levar a um ecocídio agrário, como visto na Grande Fome Irlandesa (1845–1849).
- Vulnerabilidade Estrutural: A dependência de poucas variedades (cultivares) de um único alimento (como a batata ‘Lumper’ na Irlanda) significa que uma única praga, como a Phytophthora infestans, pode aniquilar toda a fonte de alimentação em um curto espaço de tempo (KOOIJMAN, 2025). Essa falta de diversidade é um risco inaceitável para a segurança nacional e global.
- Perda de Variedades Nativas (Biodiversidade Agrícola): As comunidades tradicionais são guardiãs de uma vasta riqueza de sementes e espécies nativas resistentes e diversas. A imposição da monocultura intensiva ou a coletivização forçada destrói esse patrimônio genético, resultando na extinção de variedades cruciais para o desenvolvimento de culturas resilientes ao clima futuro. A perda irreversível de genes adaptativos constitui um dano de longa duração e generalizado ao meio ambiente e à humanidade.
2.3. O Impacto em Ecossistemas Aquáticos
A crise alimentar se estende aos recursos hídricos. A fome força o aumento drástico da pesca e da coleta em áreas costeiras e rios.
- Sobrepesca e Captura Ilegal: A pesca de sobrevivência frequentemente desrespeita períodos de reprodução ou limites de captura, esgotando rapidamente os stocks pesqueiros e alterando o equilíbrio trófico dos ecossistemas aquáticos. Segundo a FAO, a sobrepesca em águas costeiras de países em desenvolvimento é um problema crônico, exacerbado pela pobreza (FAO, 2023).
- Destruição de Habitats Costeiros: A busca por pequenos organismos e a degradação de manguezais ou recifes – ecossistemas críticos para a desova – para a obtenção de lenha ou novas áreas de cultivo, acelera o declínio das populações aquáticas, configurando um dano ambiental grave.

3. Implicações Jurídicas e o Papel do Ecocídio no Nexo Fome-Ambiente
A destruição ambiental resultante da fome, embora impulsionada pela necessidade, tem raízes em falhas de governança, exploração e sistemas econômicos que promovem a vulnerabilidade e a monocultura.
3.1. Ecocídio como Ferramenta de Prevenção
A criminalização do Ecocídio, conforme a definição do Painel de Peritos Independentes, oferece um mecanismo legal para responsabilizar os atores (estatais ou corporativos) cujas decisões arbitrárias ou negligentes criam as condições de fragilidade ecológica que, posteriormente, levam à fome e à consequente destruição ambiental pelos famintos (HARVARD, 2025).
- O Elemento Causal: O Ecocídio atua na causa-raiz: a destruição deliberada da diversidade agrícola e dos ecossistemas em prol do lucro ou do controle, que transforma pragas naturais (Irlanda) ou políticas (Holodomor) em catástrofes.
- Reparação e Justiça: O reconhecimento do Ecocídio permite que as reparações não se limitem apenas às vítimas humanas, mas que incluam a restauração da biodiversidade e dos ecossistemas danificados, uma forma de “Greening Reparations” (QUEEN’S UNIVERSITY, 2021).
Perspectiva Empírica: Documentando o Ecocídio na Crise de Subsistência
A seleção de vídeos a seguir oferece uma perspectiva visual e documental indispensável para aprofundar a compreensão sobre o nexo crítico entre a insegurança alimentar e a degradação ambiental sistêmica. As obras exploram, através de casos históricos e contemporâneos, como a falha nas fontes tradicionais de subsistência e a imposição de modelos de monocultura — como discutido na análise sobre a Grande Fome Irlandesa e o Holodomor — catalisam processos de destruição da biodiversidade e de ecossistemas aquáticos. Ao documentar a pressão sobre a vida selvagem (bushmeat) e o colapso da diversidade agrícola, este material serve como um complemento empírico fundamental para o estudo do Ecocídio, demonstrando como decisões políticas e econômicas negligentes transformam vulnerabilidades socioambientais em danos ecológicos graves, generalizados e de longa duração.
3.2. Análise SWOT: O Desafio da Resiliência Ecológica
| Aspecto | Detalhe da Análise | Conexão com Fome e Biodiversidade |
| Forças (S) | Conscientização global sobre Biodiversidade (IPCC, 2023); Movimento de conservação de Sementes Nativas (ISA). | O valor da biodiversidade agrícola é hoje cientificamente reconhecido como a base da segurança alimentar futura. |
| Fraquezas (W) | Monocultura globalizada e o poder das commodities; Falta de legislação internacional para o Bushmeat e pesca de subsistência. | O modelo econômico atual continua a incentivar a uniformidade agrícola e a exploração predatória dos recursos naturais. |
| Oportunidades (O) | Fortalecer bancos de sementes e o conhecimento tradicional; Uso de tecnologia digital para monitoramento de pesca e caça ilegal. | Investir em agroecologia e em práticas que aumentem a resiliência ecológica da terra e dos oceanos. |
| Ameaças (T) | Crises climáticas (secas, inundações) que aceleram a fome; Aumento populacional em áreas de recursos escassos. | Eventos extremos e desastres socioambientais se tornarão mais frequentes, intensificando o ciclo de fome e destruição. |

4. Conclusão e Perspectivas Futuras
A fome, seja ela resultado direto de políticas genocidas ou de crises socioeconômicas e ambientais, tem um impacto devastador e duplo: sobre a vida humana e sobre os ecossistemas. A caça de sobrevivência e a perda de biodiversidade agrícola são sintomas da falência de sistemas de governança que falham em garantir a segurança alimentar de forma resiliente e sustentável.
É fundamental que o Ecocídio seja reconhecido como um crime internacional para estabelecer a responsabilidade pela criação das condições de vulnerabilidade ecológica. Somente protegendo a terra, a água e a diversidade de sementes (o “bom advogado” de que a Terra precisa, segundo Polly Higgins), será possível quebrar o ciclo vicioso onde a fome humana se traduz em destruição ambiental.
Ações Práticas:
- Apoio a Bancos de Sementes Comunitários: Incentivar e proteger os guardiões de variedades nativas para garantir a resiliência genética futura.
- Monitoramento Tecnológico: Utilizar geolocalização e ferramentas digitais para rastrear e coibir a pesca e caça ilegais, especialmente em áreas de crise.
- Advocacia Jurídica: Apoiar a inclusão do Ecocídio na legislação nacional (referência: PL 2933/2023 no Brasil) e no Estatuto de Roma.
A Tolerância Legal como Motor da Crise
A Luta por Justiça É Contínua. O que você acabou de ler é um sintoma. A crise não é apenas de acidentes, mas de um sistema legal que tolera a destruição.
🔎 Ecocídio em Contexto
Para aprofundar este tema e explorar outras publicações da Revista Digital Ecocídio, acesse nossa página de referências essenciais:
🌱 Ecocídio em Contexto – Leituras e ReferênciasReferências Complementares (Ecocídio):
- Ecocídio. Polly Higgins: Ecocídio Humano-Induzido e a Urgência de um Novo Paradigma Jurídico. Disponível em: https://ecocidio.com.br/polly-higgins-ecocidio-humano-induzido-e-a-urgencia-de-um-novo-paradigma-juridico/. Acesso em: 23 dez. 2025.
- Ecocídio. O Tribunal Penal Internacional, o Estatuto de Roma e o Desafio de Reconhecer o Ecocídio. Disponível em: https://ecocidio.com.br/o-tribunal-penal-internacional-tpi-e-o-desafio-de-reconhecer-o-ecocidio/. Acesso em: 23 dez. 2025.
- Ecocídio. O Ecocídio na Encruzilhada das COPs: Da Biodiversidade à Transição Energética na Amazônia. Disponível em: https://ecocidio.com.br/o-ecocidio-na-encruzilhada-das-cops-da-biodiversidade-a-transicao-energetica-na-amazonia/. Acesso em: 23 dez. 2025.
- Ecocídio. Do Pioneirismo à Urgência: PL 2933/2023 e a Proteção Ambiental no Brasil. Disponível em: https://ecocidio.com.br/do-pioneirismo-a-urgencia-como-o-pl-2933-2023-pode-redefinir-a-protecao-ambiental-e-tipificar-o-ecocidio-no-brasil/. Acesso em: 23 dez. 2025.
- Ecocídio. Rachel Carson: Legado Científico contra o Ecocídio. Disponível em: https://ecocidio.com.br/rachel-carson-lenda-da-ecologia-biologa-e-escritora-pioneira-e-o-legado-cientifico-que-fundamentou-a-luta-contra-o-ecocidio/. Acesso em: 23 dez. 2025.
6. Frases Impactantes
- A fome é o último estágio da desigualdade, e o bushmeat é a prova de que a crise humana se torna, inevitavelmente, uma crise de extinção. Revista Digital Ecocídio.
- A lição da batata na Irlanda: a monocultura é um Ecocídio à espera, eliminando a resiliência ecológica vital. Revista Digital Ecocídio.
- Proteger a biodiversidade agrícola e marinha é o primeiro ato de defesa contra o colapso ambiental e a fome humana. Revista Digital Ecocídio.
5. Referências
FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION (FAO). The State of World Fisheries and Aquaculture. Roma: FAO, 2023. Disonível em: https://www.fao.org/publications/fao-flagship-publications/the-state-of-world-fisheries-and-aquaculture/en. Acesso em: 23 dez. 2025.
HARVARD UNIVERSITY (EUA). Criminalizing Ecocide: An Opportunity to Embed the Inseparability of Humans from Nature Into the Law. Harvard Law Review, [S.l.], 2025. Disponível em: https://journals.law.harvard.edu/hrj/wp-content/uploads/sites/83/2025/05/02_HLH_38_1_Hamilton69-112-Compressed-for-Website.pdf. Acesso em: 23 dez. 2025.
KOOIJMAN, M. Ecocide. In: OXFORD RESEARCH ENCYCLOPEDIA OF ENVIRONMENTAL SCIENCE. Oxford: Oxford University Press, 2025. Disponível em: https://oxfordre.com/environmentalscience/display/10.1093/acrefore/9780199389414.001.0001/acrefore-9780199389414-e-943?d=%2F10.1093%2Facrefore%2F9780199389414.001.0001%2Facrefore-9780199389414-e-943&p=emailAo1U79kIMY6ag. Acesso em: 23 dez. 2025.
MINKOVA, Liana Georgieva. The Fifth International Crime: Reflections on the Definition of “Ecocide”. Journal of Genocide Research, v. 25, n. 1, p. 62-83, 2021. University of Cambridge. Disponível em: https://www.repository.cam.ac.uk/items/bb4f1375-781c-400a-9a91-a4722dba624f. Acesso em: 23 dez. 2025.
QUEEN’S UNIVERSITY OF BELFAST. From Ecocide to Eco-Sensitivity: ‘Greening’ Reparations at the International Criminal Court Killean, R. (2021). Universidade em Belfast, Irlanda do Norte. Disponível em: https://pureadmin.qub.ac.uk/ws/files/223230590/Greening_Reparations_at_the_ICC_Anonymous.pdf. Acesso em: 23 dez. 2025.
STOP ECOCIDE FOUNDATION. Definition of Ecocide. Painel de Peritos Independentes, 2021. Disponível em: https://ecocidelaw.com/definition/#definition. Acesso em: 23 dez. 2025.
WWF. Living Planet Report. Gland, Suíça: WWF International, 2024. Disponível em: https://www.worldwildlife.org/publications/2024-living-planet-report/. Acesso em: 23 dez. 2025.
Postagens em Destaque
Legado e Complexidade: Antônio Dias Leite Júnior e a Infraestrutura Brasileira
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🌊 Ecocídio no Delta do Rio Níger: Sete Décadas de Devastação e a Luta por Justiça Transnacional
🌊 Bhopal: Perspectivas e Legados do Maior Desastre Industrial do Mundo
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Agroecológico
🌊 Explorando o Legado Inspirador de Emília Alves Manduca: Contribuições para a Agroecologia e Impacto na Sociedade Brasileira
Emília Alves Manduca, além de seu papel crucial no MST, Emília destacou-se como uma defensora incansável da agroecologia e dos direitos das mulheres. Lutou contra os agrotóxicos, em prol das águas, da educação no campo, do cooperativismo, e outras causas fundamentais para a sustentabilidade agrícola. Seu legado ressoa em movimentos sociais agroecológicos e na defesa da agrobiodiversidade no Brasil.
“A cada semente que ela catalogava, guardava e trocava em feiras e encontros agroecológicos, também semeava sabedoria.” Agroecologia
Emília Alves Manduca emergiu como uma figura proeminente no cenário da agroecologia brasileira,1 deixando um legado que continua a inspirar agricultores, pesquisadores e ativistas em todo o país. Carinhosamente conhecida como Dona Emília, sua trajetória foi marcada por um profundo compromisso com a agricultura sustentável,2 a justiça social3 e a preservação ambiental.4
Nascida em Paraíso do Norte, Paraná, em 1956, Emília faleceu em 2020, deixando para trás um legado fantástico na formação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)5 e na defesa dos direitos dos povos.6 Sua notoriedade se estabeleceu durante uma ocupação de uma fazenda improdutiva em Mirassol D’Oeste,7 Mato Grosso, nos primórdios dos anos 1990, contribuindo para a criação do assentamento Roseli Nunes,8 onde se semeou uma série de mobilizações pelos direitos dos povos.
Além de seu papel crucial no MST, Emília destacou-se como uma defensora incansável da agroecologia9 e dos direitos das mulheres.10 Lutou contra os agrotóxicos,11 em prol das águas, da educação no campo,12 do cooperativismo,13 e outras causas fundamentais para a sustentabilidade agrícola.14 Seu legado ressoa em movimentos sociais agroecológicos e na defesa da agrobiodiversidade15 no Brasil.
Este artigo se propõe a explorar o legado inspirador de Emília Alves Manduca, destacando suas principais contribuições para a agroecologia e seu impacto transformador na sociedade brasileira.
Confira a biografia de Dona Emília, animadora de sementes crioulas no Mato Grosso
Texto editado por Fernanda Alcântara e publicado em 23 de outubro de 2020, do Site Oficial do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e adaptado pela Coordenação da Revista Digital Ecocídio.
Emília Alves Manduca nasceu em Paraíso do Norte, Paraná, em 15 de outubro de 1956. Sua vida foi marcada por uma série de eventos significativos que moldaram sua trajetória e a tornaram uma figura emblemática na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais.
Durante a ocupação de uma fazenda improdutiva no Mato Grosso, nas bases do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), ela sentiu renascer sua dignidade entre dois paredões de pedra, iluminada apenas pelas luzes de caminhões e faroletes. Esse episódio marcou o início de sua jornada como ativista.
Emília Alves Manduca, mãe de quatro filhos e avó de três netos, Emília dedicou sua vida à militância em diversas causas, desde a reforma agrária16 até a defesa da agroecologia e dos direitos das mulheres. Sua liderança inspirou comunidades inteiras e deixou um legado notável.
A ocupação na qual Emília participou nos anos 1990 resultou, após anos de luta, no assentamento Roseli Nunes, onde ela e seus companheiros promoveram diversas mobilizações pelos direitos dos trabalhadores rurais. Emília foi uma pioneira, na prática da coleta e troca de sementes crioulas,17 contribuindo para a preservação da agrobiodiversidade.
Mesmo após conquistar legalmente sua parcela de terra em 2002, Emília continuou engajada, participando ativamente de movimentos como o MST, o Grupo de Intercâmbio em Agroecologia (Gias)18 e a Associação Regional de Produtores Agroecológicos (Arpa).19
Conhecida carinhosamente como Mimi, Emília esteve presente em todos os aspectos da luta pela justiça social: desde a construção de barracos nos assentamentos até a organização de formas alternativas de educação no campo. Seu compromisso incansável com os ideais de igualdade e justiça continuará a inspirar gerações futuras.
Em 17 de março de 1997, Emília descreveu em um de seus poemas um momento que ela chamou de “Por um minuto apenas Eu fui feliz”. O vídeo a seguir do canal YouTube “Articulação Nacional de Agroecologia” traz à luz a inspiradora história de Emília Alves Manduca, uma figura humilde que personifica a essência da cidadania e da luta pelos direitos humanos. O poema “Por um minuto apenas Eu fui feliz” ecoa não apenas o sofrimento, mas também a resiliência e a esperança das mulheres em sua busca por justiça e igualdade para todos os povos. Em um mundo onde cada gesto de solidariedade e empatia conta, o legado de Emília ressoa como um farol, guiando-nos rumo a um futuro mais justo e inclusivo.
Em 1º de setembro de 2020, Emília faleceu, deixando um vazio na comunidade, mas seu legado perdurará.
MST, 40: uma história de reforma agrária, invasões e disputa política | DOCUMENTÁRIO.
O MST, completando 40 anos, enfrenta uma nova fase com objetivos diferentes dos originais, marcada por conflitos históricos com fazendeiros e governos adversários, além de desilusão com o PT. Enfrenta desafios como a falta de lideranças, esvaziamento político. Fundado em 1984, em Cascavel (PR), o MST é reconhecido nacional e internacionalmente como o principal movimento pela reforma agrária no Brasil. Suas ocupações de terra são vistas como legítimas por grupos de esquerda, mas são criticadas por grupos de direita como violações da propriedade privada, mantendo-se como figura central no embate político contemporâneo. Para mais informações, assista ao vídeo do canal YouTube Folha de São Paulo, publicado em 28 de fevereiro de 2024.
Informações Complementares — Ciclo de debates realizado por meio online e transmitida pelo YouTube
O ciclo de debates e o(s) vídeo(s) a seguir, são destinados ao público interessado em conhecer perspectivas e alternativas diante das crises sistêmicas. O debate foi realizado por meio online e transmitida pelo YouTube. As transmissões serão realizadas em língua portuguesa (dublados ou legendados). Para saber mais, clicar na seta no canto superior esquerdo.
O texto a seguir esclarece o conteúdo educacional do site objeto de pesquisa. Embora as informações publicadas estejam em português, é possível localizar rapidamente o texto original através do Link de Acesso disponível.
▶ Como o vídeo YouTube é sempre compartilhado?
Para saber mais, e quais foram às fontes utilizadas no compartilhamento e recursos de vídeos, acessar referências bibliográficas: compartilhar vídeos e canais YouTube.
▶ Qual o fator de para acelerar ou desacelerar um vídeo?
Para controlar como o vídeo é reproduzido, o YouTube oferece um fator de para acelerar ou desacelerar. Para abrir as configurações de vídeo, selecione o botão “Engrenagem/Velocidade da Reprodução” (no canto inferior direito). Depois, clicar e escolher a melhor opção: 0,25 (menor velocidade) e seleção 2 (maior aceleramento).
▶ Como se tornar um membro oficial do Canal YouTube do vídeo publicado?
Ainda que as informações publicadas estejam em português, é possível encontrar rapidamente a imagem e o texto original, enquanto se encontram, disponível em Link desses sites e Canal YouTube do vídeo publicado. Após assistir ao vídeo, existe a opção de clicar no botão inscrever-se, ativar o “sininho” para ser notificado das novidades, e se tornar um membro oficial do Canal.
A Escola da Vida: Vivências Agroecológicas no Mato Grosso
O vídeo, publicado em 9 de dezembro de 2020 no Canal YouTube: geografia UFRGS Litoral, destaca o projeto de Extensão “TERTÚLIAS — Integrando UFRGS Litoral e Comunidade Por Arte, Cultura, Ecologia, Educação e Filosofia”, iniciado em 2016 pelo Campus Litoral Norte da UFRGS. O projeto serve como uma ferramenta significativa para promover reflexão e sensibilização sobre uma variedade de questões, incluindo filosofia, geografia, ambiente, cultura, literatura e história, facilitando a integração entre a comunidade e a universidade. Uma gravação de uma Tertúlia, realizada em 6 de setembro de 2020, com o tema “A Escola da Vida: Vivências Agroecológicas no Mato Grosso”, foi transmitida ao vivo na página do Facebook Tertúlias UFRGS Litoral. O evento contou com a participação de Nério Gomes de Souza, presidente da ARPA; Hector Amaral, Graduando no BICT UFRGS; Emília Alves Manduca, MST MT — Coletivo de mulheres animadoras de sementes do GIAS (in memoriam); sendo mediado pelo professor Ricardo de Sampaio Dagnino da UFRGS.
Como as sementes crioulas mudaram a vida de Emília Alves Manduca
O vídeo do Canal YouTube: De Olho nos Ruralistas destaca a trajetória de Emília Alves Manduca, uma ativista que dedicou sua vida à preservação e troca de variedades de sementes. Ela é retratada como um exemplo de resistência e luta, tendo suas ações narradas no contexto do acampamento Roseli Nunes, no Mato Grosso.
Informações Complementares
Revista Digital Ecocídio — Sobre nós
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Lideranças e Figuras-Chave na Luta Contra o Ecocídio
Diversos pensadores, cientistas e ativistas têm desempenhado um papel essencial na construção da consciência global sobre o ecocídio e na defesa do meio ambiente. Suas ideias, trajetórias e ações ajudaram a moldar debates jurídicos, políticos e sociais, inspirando movimentos em prol da justiça ambiental. Nesta seção, reunimos algumas das principais postagens do site Ecocídio, que destacam essas vozes fundamentais na proteção do planeta.
- Do Pioneirismo à Urgência: Como o PL 2933/2023 Pode Redefinir a Proteção Ambiental e Tipificar o Ecocídio no Brasil
- Ecocídio e a lenda ecológica Rachel Carson, bióloga, escritora, ecologista, pioneiro na defesa do meio ambiente: uma inovadora na salvaguarda do planeta
- Arthur W. Galston, pioneiro na botânica, desafiou o uso do Agente Laranja, inspirando a comunidade científica
- Richard Anderson Falk – Pense grande: lute pelo impossível e realize o inimaginável
- As principais realizações, ideias, técnicas e contribuições de Ana Maria Primavesi para a agroecologia no Brasil
- José Antonio Lutzenberger ocupou a Secretaria Nacional de Meio Ambiente, entre datas de 15 de março de 1990 a 23 de março de 1992
- Marina Silva (Maria Osmarina Silva de Sousa), atuou como Ministra de Meio Ambiente (MMA) entre 2003 a 2008. Atual Ministra do MMA e Mudança Climática em 2023 — Governo Lula
- Sustentabilidade e autodesenvolvimento: Polly Higgins e a revolução de como cuidar de nós mesmos.
- Margaret Mead: Pioneira da Antropologia e a Essência da Compaixão na Civilização
- Sustentabilidade e autodesenvolvimento: Polly Higgins e a revolução de como cuidar de nós mesmos.
- Jojo Metha: a motivadora incansável que acredita no poder de transformação do ser humano
- Ecocídio pode ser considerado crime pelo Tribunal Penal Internacional – Com Tarciso Dal Maso Jardim e o procurador de Justiça aposentado Édis Milaré.
- O ecocídio e o Estatuto de Roma | Ecocide and the Rome Statute
- Da devastação à conscientização: traçando os passos do ecocídio desde os anos 60 até hoje e o imperativo da ação global
- Painel de doze Especialistas para Definição de Ecocídio é convocado após 75 anos dos termos “genocídio” e “crimes contra a humanidade”
- A história ambiental do Brasil: como era na época da Independência e o que mudou em 200 anos
- História Ambiental: uma introdução | com Lise Sedrez e José Augusto Pádua
- Uma trajetória na História Ambiental: caminhos e fronteiras – José Luiz de Andrade Franco
Constituição da República Federativa do Brasil (CF) promulgada em 5 de outubro de 1988
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▶ Ao acessar essa revolução tecnológica, observará na barra de menus, que há várias opções, e, entre as mais importantes, está alternar o ebook para o modo tela cheia. Para isso, basta que selecione o ícone/vetor Toggle FullScreen (um quadradinho com 4 setas) no canto inferior direito do livro interativo (Flipbook). O ícone/vetor é um botão de zoom, e muda o ebook para o modo de tela cheia (aumentar ou diminuir todo o conteúdo Web).
▶ Folheie as páginas. Após acessar o ícone/vetor Toggle FullScreen, “você pode, com um movimento do mouse (para a esquerda ou para a direita), recriar a ação de folhear uma página de revista ou livro. Essa maneira de mudar de página, inclusive, é bastante inovadora para quem está na era dos computadores e telas touchscreen. É preciso apenas um toque para mudar de página, assim como em um livro de tinta e papel3.
Considerada uma das mais modernas e extensas do mundo, a Constituição da República Federativa do Brasil (CF) promulgada em 5 de outubro de 1988 “elenca os direitos individuais e coletivos dos brasileiros, com destaque à proteção da família, da cultura, dos direitos humanos, da educação e da saúde. Por essa razão, é considerada a lei maior do ordenamento jurídico nacional, composto por vários normativos. A hierarquia entre as leis é essencial a esse ordenamento, em especial para garantir o controle de constitucionalidade das normas ou para solucionar eventual conflito entre elas.” Abaixo da Carta Magna e de suas emendas estão as leis complementares, que têm como propósito justamente regular pontos da Constituição que não estejam suficientemente explicitadas. Para saber mais, acesse as páginas da Constituição Federal (Flip) ou no canto superior esquerdo. Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para saber mais, clicar no ícone no canto superior esquerdo.
O texto a seguir esclarece o conteúdo educacional do site objeto de pesquisa. Embora as informações publicadas estejam em português, é possível localizar rapidamente o texto original através do Link de Acesso disponível.
Fonte: CNJ Serviço: Conheça a hierarquia das leis brasileiras
▶ Link/Texto: Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
▶ Autor: Agência CNJ de Notícias (5 de outubro de 2018) Publicações e Pesquisas: ▶ Biblioteca Digital CNJ:Ministro Aldir Passarinho
▶ Pesquisas Judiciárias:Conselho Nacional de Justiça
▶ Revista CNJ: v. 7 n. 1 (2023). Publicado: 2023-06-20 “… Considerada uma das mais modernas e extensas do mundo, a Constituição Federal (CF) de 1988 elenca os direitos individuais e coletivos dos brasileiros, com destaque à proteção da família, da cultura, dos direitos humanos, da educação e da saúde. Por essa razão, é considerada a lei maior do ordenamento jurídico nacional, composto por vários normativos. A hierarquia entre as leis é essencial a esse ordenamento, em especial para garantir o controle de constitucionalidade das normas ou para solucionar eventual conflito entre elas. Abaixo da Carta Magna e de suas emendas estão as leis complementares, que têm como propósito justamente regular pontos da Constituição que não estejam suficientemente explicitadas. Na hierarquia das leis ocupa uma categoria intermediária entre a CF e as leis ordinárias. Pode tratar dos mais diversos assuntos. A Lei Orgânica da Magistratura Nacional, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte são exemplos de leis complementares. As leis ordinárias ocupam o terceiro lugar no ordenamento jurídico brasileiro. Trata-se de normas de competência exclusiva do Poder Legislativo. Essas matérias precisam ser discutidas e aprovadas por deputados ou senadores e, posteriormente, sancionadas pelo chefe do Poder Executivo, o Presidente da República. Como exemplos de leis ordinárias, temos os códigos em geral (Civil, Penal) e a lei sobre o regime jurídico dos Servidores Federais. As leis delegadas têm a mesma hierarquia das ordinárias. São elaboradas pelo chefe do Poder Executivo a partir de delegação do Congresso Nacional. Entre elas está a Lei Delegada n. 13, que instituiu as gratificações de atividade para servidores do Poder Executivo. Anteriormente conhecida como decreto-lei, a medida provisória (MP) é expedida pelo Presidente da República em caso de relevância ou urgência, tem força de lei e vigência de 60 dias. Deve, obrigatoriamente, ser examinada pelo Congresso. Deputados e senadores podem aprovar ou rejeitar a norma, ou ainda criar nova lei em sua substituição. Se ultrapassado o prazo e não for aprovada, a MP perde a validade. Os decretos legislativos são atos normativos de competência do Congresso Nacional. Cite-se por exemplo a ratificação de tratados internacionais, autorizar referendos populares e plebiscitos, e conceder autorização para o funcionamento de emissoras de rádio e de televisão. Já as resoluções, ainda como uma espécie normativa prevista na CF, são atos editados pelo Congresso Nacional, pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados para tratar de assuntos internos. Há, contudo, outras espécies de resoluções editadas pelos poderes executivo e judiciário no intuito de regulamentar leis sobre determinados assuntos, como, por exemplo, as resoluções editadas pelo Conselho Nacional de Justiça.” Agência CNJ de Notícias (5 de outubro de 2018)
Ecocídio: um chamado à responsabilidade e à justiça para salvar nosso futuro
O principal foco da Revista Digital Ecocídio é analisar criticamente eventos que causam destruição extensiva do meio ambiente e exploração irresponsável de recursos não renováveis. Para o propósito deste Site, “Ecocídio” significa atos ilegais ou temerários cometidos com “conhecimento de que existe uma probabilidade substancial de danos graves e generalizados ou de longo prazo ao meio ambiente causados por esses atos.” Portanto, nossa responsabilidade é lidar com aqueles que causam grandes desastres ambientais ou calamidades públicas, resultando em danos à flora e à fauna devido à poluição ou poluição do ar, da água e do solo. Para saber mais, clicar na seta no canto superior esquerdo.
Ecocídio pode ser considerado crime pelo Tribunal Penal Internacional – Participação de Édis Milaré e Tarciso Dal Maso

O principal foco da Revista Digital Ecocídio é analisar criticamente eventos que causam destruição extensiva do meio ambiente e exploração irresponsável de recursos não renováveis. Para o propósito deste Site, “Ecocídio” significa atos ilegais ou temerários cometidos com “conhecimento de que existe uma probabilidade substancial de danos graves e generalizados ou de longo prazo ao meio ambiente causados por esses atos.” Portanto, nossa responsabilidade é lidar com aqueles que causam grandes desastres ambientais ou calamidades públicas, resultando em danos à flora e à fauna devido à poluição ou poluição do ar, da água e do solo.
Além disso, nos comprometemos a defender os direitos e interesses das populações indígenas, quilombolas e comunidades em situação de ocupações urbanas em todos os níveis de governo: municipal, estadual e federal. Tais entidades devem cumprir integralmente suas obrigações de conformidade, proteger e garantir os direitos humanos de toda a população, conforme estipulado nos tratados internacionais de direitos humanos e na Constituição Federal de 1988.


Estamos comprometidos com a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento“, um acordo apoiado por todos os países membros das Nações Unidas em 2015. Este plano de ação global abrange uma agenda cujo objetivo é promover o bem-estar humano e a preservação ambiental, tanto no presente quanto no futuro. Estamos focados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que convocam todos os países, independentemente do estágio de desenvolvimento em que se pretendem, a unir esforços em uma parceria global. Deve-se acompanhar a erradicação da pobreza com estratégias distintas para o bem-estar social, tais como melhorar a saúde pública e garantir o acesso à educação para todos. Também é crucial reduzir as desigualdades sociais, ao mesmo tempo que promovemos um crescimento econômico justo em todas as economias e enfrentamos desafios como a mudança climática, implementando políticas públicas para a preservação de nossos oceanos e florestas.


Considerando o exposto, assistiremos ao vídeo do Canal YouTube Rádio e TV Justiça, especificamente o programa “Direito sem Fronteiras”, com o jornalista Guilherme Menezes. Neste episódio, será abordado o tema: “Ecocídio pode ser considerado crime pelo Tribunal Penal Internacional“. O programa contará com a participação do professor e consultor legislativo do Senado, Tarciso Dal Maso Jardim, e do procurador de Justiça aposentado Édis Milaré.


“Ecocídio: um chamado à responsabilidade e à justiça para salvar nosso futuro”
Ecocídio — Definição e nova tipificação de crime
Para garantir acessibilidade às pessoas com deficiências auditivas, é essencial fornecer uma transcrição em tempo real do conteúdo do vídeo após sua exibição. Isso é especialmente importante para indivíduos com surdez, que podem enfrentar dificuldades ou incapacidade de ouvir. Ao disponibilizar a transcrição, possibilitamos que esses espectadores tenham acesso direto ao conteúdo em diversos dispositivos, como celulares, PCs, tablets e notebooks, facilitando sua interação com o material apresentado.
Após a visualização do vídeo, os espectadores têm a opção de se inscrever no canal, ativar o sininho para receber notificações sobre novos vídeos e se tornar membros oficiais. Além disso, o vídeo é automaticamente compartilhado, e para mais informações sobre compartilhamento de vídeos no YouTube, os espectadores podem acessar os recursos disponíveis: Compartilhar vídeos e Canais YouTube.

O Ecocídio, uma nova tipificação de crime contra o conjunto da humanidade, mas, sobretudo contra o planeta, já tem uma definição jurídica, criada por uma comissão internacional de 12 juristas impulsionados pela sociedade civil: “Para os efeitos do presente Estatuto, entender-se-á por Ecocídio qualquer ato ilícito ou arbitrário perpetrado com consciência de que existem grandes probabilidades de que cause danos graves que sejam extensos ou duradouros ao meio ambiente”, afirma a definição, apresentada nesta terça-feira, segundo uma tradução oferecida pela própria comissão. Afirma a definição, apresentada nesta terça-feira, segundo uma tradução oferecida pela própria comissão. A ideia é que essa tipificação penal seja incorporada, como um quinto crime, ao Estatuto de Roma, que orienta o funcionamento do Tribunal Penal Internacional (TPI). Definição Guillermo Altares Madri — 22 junho 2021 — 21h52. Atualizado: 23 Junho de 2021 — 09h19 BRT — Jornal El País.

“Da natureza ao caos: a exploração desenfreada que assola o nosso ecossistema”
“Dano Massivo e destruição do Meio Ambiente, de forma generalizada, severa e sistemática. Esta é a definição mais precisa de Ecocídio. Geralmente é um crime praticado ao longo de décadas com exploração desenfreada de um ecossistema. São práticas, como exemplos, como a exploração a pesca industrial, vazamento de petróleo, poluição plástica, mineração em alto mar, desflorestamento, pecuária industrial, extração de minérios, entre outros. Já existem legislações internacionais para tentar prevenir e punir crimes ambientais, como o Acordo de Paris, o Protocolo de Kyoto, e a Convenção Sobre o Clima. Mas atualmente o esforço é para que o Ecocídio se torne um crime contra a humanidade, e possa ser julgado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI). Para isso, o Ecocídio precisa ser incluído no Estatuto de Roma, que já contempla crimes contra a humanidade, crimes de guerra, de agressão e genocídio. Definição do jornalista Guilherme Menezes. Direito sem fronteiras. TV Justiça.

“Ecocídio: o crime silencioso que priva a população de usufruir dos recursos naturais”
O Ecocídio é um crime muito grave, e pode privar a população de um determinado território, de usufruto natural, dos bens, ou daquele próprio território — Polly Higgins
O procurador de Justiça aposentado Édis Milaré, conceitua, que o termo Ecocídio surgiu da união de dois radicais. “Um grego e outro latino. Do radical grego, Eco, de oikos (casa, uma família nuclear composta por pai, mãe e filhos), e, exscindo, radical latino de morte (Eu aniquilo, extirpo, devasto, divido e arraso), ou seja, o ato de matar, não possível, seria o ato de Se Matar, de Se Exterminar os elementos da natureza (Ecossistemas). A origem do termo Ecocídio, se deu por volta de 1970, a propósito, da utilização do Agente Laranja no conflito do Vietnã, e, foi proposta por um professor de biologia chamado Arthur Gallstone, que, na época, impressionado com essa consequência da utilização do agente laranja, propôs que o Ecocídio fosse um crime apenado de forma a salvaguardar os interesses da humanidade. Depois, em 1973, Richard Falk, na Bélgica, sugeriu a adoção desse tipo criminal, a ser julgado por parte de tribunais internacionais. E, finalmente, em 2010, a jurista britânica Polly Higgins, apresentou uma proposta a Comissão de Direito Internacional da ONU, para definir, o Ecocídio, estabelecendo que se trata de um crime muito grave, e que pode privar a população de um determinado território, de usufruto natural, dos bens, ou daquele próprio território.”

“Basta de impunidade: ecocídio é um crime contra a humanidade e a natureza que clama por justiça”
“O Ecocídio é um crime de atrocidade perdido de responsabilidade corporativa e do Estado, um crime internacional desaparecido contra a paz.” Polly Higgins
Na opinião de Tarciso Dal Maso Jardim (professor e consultor legislativo do Senado), precisamos analisar uma série de conjunturas. De um lado, temos a proibição de certas armas. No caso, armas químicas. A grande Convenção de armas químicas, só ocorreu, e, posterior entrada em vigor, na década de 90, sobretudo, na Convenção de 1993, hoje proibidas em todas as circunstâncias. Portanto, na década de 70 não havia. Enquanto o método de guerra ofender o Meio ambiente, isso só foi definido, em um Protocolo das Convenções de Genebra em 1977. Em suma, as Convenções Internacionais (documentos firmados com o objetivo de definir padrões mínimos a serem seguidos pelos países no tocante a temas de interesse geral), que proibiram tanto o método de guerra, quanto, o uso de armas químicas, são posteriores aqueles fatos. Em relação à tipificação e a criminalização, o Tribunal Penal Internacional (TPI), ele foi, como sabemos, definido somente em 1998 e entrou em vigor, o Tratado, somente em 2002. Contudo, sem efeito retroativo. Ele não retroage.

O Doutor Milaré, acrescenta, que em relação aos crimes ambientais (Lei 9605/98) e da repressão penal, e, estamos falando de Ecocídio, e nesse momento, é bom citar o Brasil, que antes mesmo do Estatuto de Roma existir, nós já tínhamos uma legislação extremamente avançada a respeito da matéria. O Estatuto de Roma, de 1998, de Julho, ou seja, em fevereiro de 1998, portanto, antes do próprio Estatuto, a lei brasileira, a Lei dos Crimes Ambientais, da Lei 9605 de 1998, já apresentava a punição de forma bastante severa dos atentados contra os ecossistemas, contra a natureza, quanto aos bens da vida, e, de forma muito severa disse Eu, porque mais do que o Tribunal Penal Internacional, que julga apenas crimes de pessoas, de indivíduos, isoladamente considerados, ou de grupos, mais, sempre de pessoas, que a lei brasileira julga também, os crimes contra as pessoas jurídicas, o que é um avanço extremamente importante do nosso sistema repressivo penal. Por conta de sabermos, na história do Brasil, foi pela primeira vez que uma lei estabeleceu uma possibilidade de se colocar no banco dos réus aqueles que agridem o Meio Ambiente. Portanto, de uma forma bem positiva, o Brasil, pune sim, o Ecocídio, ou seja, o ato de agredir, ou de matar os elementos da natureza, só que não com essa nomenclatura.

Mas como incluir o Ecocídio no Estatuto de Roma? O professor Tarciso Dal Maso Jardim, observa, que inicialmente, o crime de guerra contra o meio ambiente já está tipificado pelo Tribunal Penal Internacional. Exemplo é atacar causando danos graves, duradouros, extensos ao Meio Ambiente, já está tipificado, isso, durante o conflito armado. Pode acontecer das mais variadas formas, por exemplo, atacar estações petrolíferas, causar dano ambiental, ou destruir barragens. Isso já está tipificado. Mas o que a comissão de 12 juristas quer? Quer criar um tribunal que realmente não existe, ainda, do Ecocídio a qualquer tempo, independentemente do contexto do conflito armado. É de extrema importância, existir, porque nós não teríamos esse Direito Internacional Penal Ambiental, puramente dito, está criando aí, uma outra categoria de crimes. Nós já temos o genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e crime de agressão entre Estados.

Nós estaríamos criando uma quinta categoria, que seria o Ecocídio, que independente do contexto do conflito armado, seria causar danos graves ao meio ambiente. A proposta do tipo penal do Ecocídio é causar danos graves e que sejam extensos ou duradouros (de difícil reparação). Nesse caso, você amplia o espectro de criminalização desses atos. Assim, tanto importa se estamos em tempos de paz ou de guerra. A proposta inova completamente o Direito Internacional Penal.

Que tipos de crimes ambientais podem ser incluídos no Estatuto de Roma, e depois serem julgados pelo Tribunal Penal Internacional? O Doutor Milaré exemplifica, a exemplo dos casos de rompimento de barragem em Minas Gerias (Mariana e Brumadinho), que mataram dezenas de pessoas, e provocaram extensos danos ambientais na região Sudeste, chegando, como no caso de Mariana, até o litoral do Espírito Santo, via o Rio Doce, dificilmente seriam enquadrados na categoria do Ecocídio. É difícil, porque é claro que poderia ir ao Tribunal Penal Internacional, qualquer crime ambiental, mas, desde que, a justiça local, a justiça de um Estado parte, tenha falhado. Porque no caso brasileiro, o Estado não responsabiliza apenas as pessoas físicas, mas também as jurídicas. No caso das barragens, ninguém pratica um crime ambiental contra seus próprios interesses. O Doutor Milaré acredita, que não, que esses crimes não seriam levados ao Tribunal Penal Internacional, na medida em que a nossa justiça, está com muita determinação tentando a punição desses crimes. Já foram feitos na esfera civil, acordos bilionários, e processos instaurados no âmbito penal contra os responsáveis por essas empresas que acabaram se envolvendo nesses dramas. Então, uma das características do Tribunal Penal Internacional, é que ele tem uma jurisdição complementar. Ele só entra em cena em um momento em que a justiça local falha, e nos casos citados, possa dizer, Eu não posso, em sã consciência, dizer que a nossa justiça local esteja falhando. Ela está com muita rigidez acompanhando o caso, e, numa situação como essa não seria objeto de apreciação do Tribunal Penal Internacional.

Para saber mais sobre o Tribunal Penal Internacional (TPI, investiga e, quando justificado, julga indivíduos acusados dos crimes mais graves que preocupam a comunidade internacional: genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e crime de agressão.” No que se refere a Situações e Casos, acessar o link: 31 Casos. No que diz respeito a Réus (nomes etc.), acessar o link: 51 Réus. No tocante a Biblioteca de Recursos, acessar o link: Resource library. No que tange a Presidência da República do Brasil, especificamente, Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, acessar o link: Decreto Nº 4.388, de 25 de setembro de 2002. Parágrafo atualizado: 19/10/2023

Informações Complementares — Ciclo de debates realizado por meio online e transmitida pelo YouTube
O ciclo de debates e o(s) vídeo(s) a seguir, são destinados ao público interessado em conhecer perspectivas e alternativas diante das crises sistêmicas. O debate foi realizado por meio online e transmitida pelo YouTube. As transmissões serão realizadas em língua portuguesa (dublados ou legendados). Em relação ao vídeo, e, para saber mais, e quais foram às fontes utilizadas, estão separados em blocos, onde constam as referências bibliográficas no Canal YouTube. Para saber mais, clicar na seta no canto superior esquerdo.
Como o vídeo YouTube é sempre compartilhado?
Para saber mais, e quais foram às fontes utilizadas no compartilhamento e recursos de vídeos, acessar referências bibliográficas: compartilhar vídeos e canais YouTube.
Qual o fator de para acelerar ou desacelerar um vídeo?
Para controlar como o vídeo é reproduzido, o YouTube oferece um fator de para acelerar ou desacelerar. Para abrir as configurações de vídeo, selecione o botão “Engrenagem/Velocidade da Reprodução” (no canto inferior direito). Depois, clicar e escolher a melhor opção: 0,25 (menor velocidade) e seleção 2 (maior aceleramento).
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Briefing Global sobre Ecocídio: Definindo um Crime Internacional para Proteger o Planeta
Assista ao briefing global sobre a definição legal de “ecocídio”, proposto por um painel de especialistas internacionais. Descubra como esse potencial crime internacional20 se equipara aos crimes de genocídio,21 crimes contra a humanidade,22 crimes de agressão23 e crimes de guerra.24
Com oradores renomados como:
- Sra. Jojo Mehta, Presidente da Stop Ecocide Foundation;23
- Philippe Sands QC (University College London/Direito Matricial);24 e
- Dior Fall Sow (jurista da ONU e ex-promotora).25
Esse evento aborda questões cruciais sobre a proteção ambiental. Moderado por Andrew Harding da BBC África.26
Ele é de grande importância para:
- Profissionais do direito internacional e ambiental;
- Estudantes de direito, relações internacionais e ciências ambientais;
- Membros de ONGs e da sociedade civil que trabalham com questões ambientais; e
- Pessoas interessadas em justiça ambiental e na proteção do planeta.
Junte-se a nós para este importante debate sobre o futuro da justiça ambiental!
Para amplificar a mensagem global, disponibilizamos legendas em português, assegurando que a relevância dessas perspectivas alcance cada espectador, superando as barreiras linguísticas. Para ativar as legendas em português nos vídeos do YouTube e obter mais informações, basta clicar no ícone localizado no canto superior esquerdo.
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Como a Inteligência Artificial está Transformando a Criação de Imagens
Na Ecocídio, utilizamos inteligência artificial de ponta para desenvolver imagens que revelam a beleza e a complexidade do mundo natural de uma forma única. Diferente das fotografias convencionais, essas criações são fruto de redes neurais treinadas com vastos conjuntos de dados visuais, capazes de gerar representações originais, criativas e de alta qualidade.
Essa tecnologia está em constante evolução e já demonstra um potencial extraordinário para ampliar horizontes estéticos, oferecer novas perspectivas e transformar a forma como interagimos com conteúdos visuais. As imagens publicadas pela Ecocídio, portanto, não são apenas ilustrações: elas representam um marco na evolução da arte e da comunicação visual mediada pela IA.
Se você deseja explorar esse universo, existem diversas ferramentas acessíveis para experimentar: Art Maker, Bing Image Creator, CanvaAI, Craiyon, DALL·E, Dream by Wombo, DeepAI, Fotor, Gencraft, Leonardo AI, Midjourney, NightCafe, Runway, Stable Diffusion, StarryAI e muitas outras. Além disso, no YouTube você encontra inúmeros tutoriais e demonstrações que ajudam a compreender e expandir o uso criativo dessas tecnologias.
Nota editorial: Esta relação foi atualizada em 29 de agosto de 2025. Devido à rápida evolução das ferramentas de inteligência artificial, novas plataformas podem surgir e outras deixar de existir. Nosso compromisso é revisar periodicamente o conteúdo para garantir informações relevantes e atuais.
As Publicações mais Recentes Ecocídio
Legado e Complexidade: Antônio Dias Leite Júnior e a Infraestrutura Brasileira
🌊 Kingston Fossil Plant: O rastro tóxico do carvão e o crime de Ecocídio
🌊 Ecocídio no Delta do Rio Níger: Sete Décadas de Devastação e a Luta por Justiça Transnacional
🌊 Bhopal: Perspectivas e Legados do Maior Desastre Industrial do Mundo
🌊 Acumulação de Capital e a Lógica Racial: O Ecocídio Além do Crime Jurídico
🌊 Ecocídio na Amazônia Equatoriana: O Legado Tóxico da Chevron-Texaco e a Urgência de um Novo Paradigma Jurídico
Bibliografia
- “A agricultura urbana e periurbana de base agroecológica tem se apresentado como uma alternativa para o meio ambiente das cidades e para a saúde das populações urbanas, contribuindo com o desenvolvimento da biodiversidade; para o melhor aproveitamento dos espaços e dos resíduos; para o manejo adequado dos recursos de água e solo e para o fortalecimento da segurança alimentar e nutricional (SAN).” Fonte: Universidade de São Paulo – Agricultura urbana agroecológica é tema de pesquisa na FSP. Da Assessoria de Comunicação da Faculdade de Saúde Pública. ↩︎
- “É preciso passar de sistemas convencionais baseados em monocultura para sistemas integrados, que envolvam mais de um componente (culturas anuais, animais e/ou árvores) em uma mesma área, que forneçam diversos serviços ecológicos, entre eles o sequestro de carbono”, escrevem os autores do artigo, “Sistemas agrícolas sustentáveis são oportunidade de sequestro de carbono para o Brasil“. Segundo os pesquisadores, mais de 600 milhões de toneladas de GEE no Brasil são provenientes de fermentação, do cultivo de arroz, da gestão de resíduos animais, da queima de resíduos agrícolas e de solos manejados de forma inapropriada. Sistemas integrados entre lavoura, pecuária e floresta; plantio direto; plantas de cobertura, uso de resíduos orgânicos; controle biológico de pragas; e fertirrigação são algumas das técnicas sustentáveis propostas que podem levar as fazendas a vender, além de sua produção agropecuária, os “créditos de carbono”. Fonte: Jornal da USP e da autora Danielle Mendes Thame Denny. ↩︎
- “A sociedade brasileira é profundamente injusta, haja vista a separação abissal dos setores mais vulnerabilizados em relação às oportunidades de acesso a tudo que possa conferir dignidade à vida. Segundo o relatório de 2020 do IBGE, se for utilizada a linha recomendada pelo Banco Mundial para países de renda média-alta, grupo ao qual pertence o Brasil, estima-se que um quarto da população brasileira esteja abaixo da linha da pobreza. Cerca de 50 milhões de pessoas vivem com menos de R$ 450 mensais, ou seja, passam fome, encontram-se alijadas de saneamento básico, vivem em condições insalubres de moradia, estão expostas à violência e à exploração, incluindo o trabalho infantil. Num quadro em que a sobrevivência está em risco, a saúde, a alimentação, a escolarização, o lazer, o emprego fixo e a segurança soam como artigos de luxo, privilégios, muito embora sejam direitos inalienáveis de todas as brasileiras e os brasileiros.” Fonte: Jornal da USP. Educação e justiça social. Por Marcos Garcia Neira, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP, e Tadeu Fabricio Malheiros, professor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP ↩︎
- “Apesar de a Cúpula de Estocolmo ter sido um pontapé inicial para o debate público e a conscientização acerca da preservação ambiental e luta contra as mudanças climáticas, essas questões ainda são um problema para a sociedade atual.
Segundo a Forest Declaration Assessment, publicação anual e independente realizada por pesquisadores que revela o estado das florestas por todo o globo, em 2022 a queda no desmatamento foi de “apenas” 6,3%, ficando abaixo do que foi acordado entre os países durante a COP26, realizada em 2021 em Glasgow, Escócia, que instituiu uma meta de diminuição de 10% do desmatamento ao ano até 2030.
Além dos problemas em bater as metas de diminuição nos níveis de desmatamento anual, os países começam a enfrentar outros desafios, devido ao aumento das mudanças climáticas. Para se ter um exemplo, pesquisa realizada pelo grupo de colaboração acadêmica Global Weather Attribution diz que as condições propícias para queimadas florestais no Canadá são 50 vezes mais intensas atualmente devido às mudanças climáticas.” Fonte: Jornal da USP. Tentativas globais de preservação ambiental vêm desde a Cúpula de Estocolmo, há 50 anos. Criar responsabilidades ambientais e estabelecer metas são fundamentais para mitigar os efeitos provocados pelo homem na natureza. Caio Gracco e Márcio Henrique Pereira Ponzilacqua ↩︎ - “O Movimento Sem Terra está organizado em 24 estados nas cinco regiões do país. No total, são cerca de 450 mil famílias que conquistaram a terra por meio da organização dos trabalhadores rurais.” Fonte: Site Oficial Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ↩︎
- Em resumo, entendemos que há diferenças entre os conceitos de “direitos dos povos” e “Direitos Humanos”, embora ambos estejam relacionados à proteção e promoção dos direitos fundamentais das pessoas.
Os “Direitos Humanos” referem-se aos direitos inalienáveis e universais que todas as pessoas possuem simplesmente por serem humanas. Esses direitos são reconhecidos internacionalmente e incluem direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Os Direitos Humanos são frequentemente codificados em documentos legais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos e tratados internacionais de direitos humanos.
Por outro lado, os “direitos dos povos” muitas vezes se referem aos direitos coletivos de grupos específicos de pessoas, como comunidades indígenas, minorias étnicas, povos tradicionais, entre outros. Esses direitos podem incluir o direito à autodeterminação, o direito à terra e recursos naturais, o direito à cultura e identidade, entre outros. Os direitos dos povos frequentemente se concentram na proteção dos interesses coletivos e na preservação das formas de vida e valores culturais específicos de determinados grupos.
Embora haja sobreposição entre os conceitos de Direitos Humanos e direitos dos povos, especialmente no que diz respeito à proteção da dignidade humana e à promoção da igualdade e justiça, é importante reconhecer suas distinções conceituais e aplicação em diferentes contextos.
Para saber mais: Jornal da Unicamp. “Os direitos humanos e os direitos dos povos indígenas: por um posicionamento público das universidades.” Autoria Antonio Guerreiro e Marina Ferreira. 18 de fevereiro de 2019. ↩︎ - “Assentamento Roseli Nunes, no município de Mirassol D’Oeste/MT, levando-se em consideração as relações existentes de territorialidades, de trabalho, de produção, de renda e de conflitos no campo. Discute-se o espaço e o território com uma abordagem temporal relacionada à questão histórica e construtiva do campesinato, com as políticas públicas para o acesso e para a permanência na terra.” “A concentração de terras gerou, grosso modo, um celeiro produtivo de monoculturas não somente no Estado de Mato Grosso, mas em boa parte do país. Também, possibilitou, em meio às suas contradições, o surgimento e revigoramento de movimentos sociais que passaram a lutar pela terra, por Reforma Agrária, por dignidade do homem no campo, por políticas públicas que atendessem de fato as demandas do camponês e, ainda, por uma produção que fosse alternativa à consolidada pelo agronegócio.” Fonte: Universidade de Mato Grosso. Faculdade de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Geografia. Ronilson Farias Majjione Balbuena. Tese: Assentamento Roseli Nunes em Mirassol D’oeste-Mt: Território de Luta e resistência. Programa de Pós-Graduação em Geografia, área de concentração Dinâmica Espacial, para obtenção do título de Mestre. Orientadora: Profa. Dra. Tânia Paula da Silva ↩︎
- Roseli Celeste Nunes da Silva deixou um legado marcante ao lutar incansavelmente pelos direitos dos trabalhadores rurais e das mulheres, interrompendo sua vida aos 33 anos de idade em defesa da dignidade no campo. Conhecida carinhosamente como Rose, ela se destacou entre os mais de 7 mil trabalhadores que ocuparam, em 29 de outubro de 1985, a Fazenda Annoni, um extenso latifúndio improdutivo de mais de 9 mil hectares situado em Pontão, região Norte do Rio Grande do Sul.
Durante a ocupação da Annoni, Roseli colaborou ativamente na segurança do acampamento e na organização das áreas ocupadas pelas famílias Sem Terra. Ela compartilhou essa jornada ao lado de amigas, como a camponesa Juraci Lima, com quem coordenou a área 15 do acampamento. Poucos dias após o início da ocupação, Roseli deu à luz seu filho, Marcos Tiaraju Correa da Silva, tornando-se a primeira criança nascida em um acampamento do MST. Mais tarde, Marcos se tornaria um símbolo do Programa Mais Médicos para o Brasil, criado em 2013.
O legado de Roseli Nunes, sua coragem e comprometimento com a causa da reforma agrária e dos direitos das mulheres, permanecem vivos na memória daqueles que compartilharam sua luta. Sua trajetória é um exemplo inspirador da persistência e dedicação na busca por justiça social e igualdade no campo. Para saber mais: O legado de Roseli Nunes, um símbolo da luta pela terra no Brasil. ↩︎ - “Iniciativas e políticas de incentivo à agroecologia em municípios de todo o Brasil estão presentes em um mapeamento online de práticas com potencial para se tornar referência. O projeto Agroecologia nos Municípios reúne centenas de ações de 52 cidades. São leis, ações de movimentos populares, articulações coletivas, planos de formação e capacitação, medidas de fortalecimento da economia em torno da agricultura familiar e resistência e enfrentamento às ameaças impostas às comunidades e aos territórios. No mapa, é possível conhecer, por exemplo, quase 300 experiências de acesso à alimentação adequada e saudável, como a criação de redes de doações para famílias em vulnerabilidade e o incentivo à instalação e manutenção de feiras de produtos orgânicos, produzidos por comunidades tradicionais e sem agressão ao meio ambiente.” Fonte: Mapeamento aponta 52 municípios considerados “agroecológicos” no Brasil. Ação compila mais de 700 experiências e exemplos que podem se tornar referência para outras localidades. Por Nara Lacerda. 2 de fevereiro de 2022. ↩︎
- “A Agroecologia é um projeto em defesa da vida, e as mulheres, em sua essência, em sua natureza são capazes de entender e assimilar isso. Nesse sentido, é importante refletir sobre o posicionamento e o papel que as mulheres devem cumprir nos territórios. “Todas nós (as mulheres) pertencemos à uma linhagem longuíssima de pessoas que se tornaram lanternas luminosas a balançar na escuridão, iluminando os próprios caminhos e os passos das outras. Elas conseguiram isso por meio da decisão de não desistir, por suas exigências de que o outro sumisse de sua frente, por sua atitude previdente de esperar até que o outro não estivesse olhando, pela sabedoria de ser como a água e descobrir como passar pelas menores fendas ou por sua tranquila determinação de abaixar a cabeça e simplesmente pôr um pé diante do outro até conseguir chegar onde se quer (ESTÉS, 2007).” As Mulheres e a Agroecologia. Na Coluna Aromas de Março deste mês, Ceres Hadich escreve sobre a experiência das mulheres Sem Terra e a Agroecologia. Por Ceres Hadich. Publicado: 8 de outubro de 2021 ↩︎
- “O Brasil ocupa o primeiro lugar na lista de países que mais consomem agrotóxicos. O uso massivo desses produtos é explicado por uma economia que exporta commodities em grande escala, em especial a soja, e um modelo de agronegócio baseado em grandes extensões de terra produzindo poucas culturas. Nos últimos cinco anos, a geógrafa Larissa Mies Bombardi tem se dedicado a estudar o impacto do uso dos agrotóxicos no país, em especial a partir do mapeamento dos casos de intoxicação – segundo a professora, de 2007 a 2014 foram notificados 1186 casos de morte por intoxicação com agrotóxicos.” Fonte: Universidade de São Paulo. Agrotóxicos, terra e dinheiro: a discussão que vem antes da prateleira. Publicado em 18 de abril de 2016 ↩︎
- “No Brasil, durante a década de 1960, foram implantados os primeiros movimentos por uma
educação de qualidade no campo: a Escola Família Agrícola (EFA) e a Casa Familiar Rural (CFR). O conjunto formado pela EFA e a CFR passou a ser denominado “Centros Familiares de Formação por Alternância” (CEFFA). As primeiras experiências com a pedagogia da alternância surgiram no Espírito Santo, em 1969, no município de Anchieta, com parceria entre a Itália e o Brasil (NASCIMENTO, 2009). A pedagogia da alternância surgiu como pretensão de ser uma alternativa ao ensino tradicional e constitui-se como uma proposta educativa que alterna tempos-espaços de estudo na escola e momentos de formação nas comunidades de origem dos educandos. Essa articulação ocorre por meio da apropriação de conhecimentos no espaço escolar e a realização de pesquisas de campo, favorecendo a relação entre teoria e prática na formação dos estudantes.” Fonte: Licenciatura em Educação do Campo na Universidade Federal do Espírito Santo: trajetória, organização e funcionamento. Por: Charlinni da Rocha Leonarde, Renata Duarte Simões, Alexandro Braga Vieira e Jacyara Silva de Paiva. ↩︎ - Conheça Sandra Bergamin e seu depoimento em Encontro de Lula com Cooperativas. “Eu sou Sandra, sou agricultora familiar, cooperativista do município de Chapecó, Santa Catarina”, assim se apresentou a Integrante da Direção da Cooperativa Alternativa da Agricultura Familiar (COOPERFAMILIAR) e Secretária de Mulheres da Unicafes Nacional, Sandra Nespolo Bergamin. Em seu depoimento, Sandra ressaltou a importância do cooperativismo e a esperança para o candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva, em encontro das cooperativas e do Movimento de Economia Solidária. Sandra defendeu a bandeira de luta que carrega para ampliar a participação da mulher nas cooperativas. “E estou aqui em nome de todas as mulheres cooperativistas, para te dizer que através das políticas públicas construídas no teu governo [Lula], nós, mulheres cooperativadas, construímos um dia a dia melhor. Nós fomos incluídas no sistema. Nós conseguimos ter renda para as nossas famílias. E nós conseguimos continuar vivendo no meio rural com dignidade”. Fonte: “É através do cooperativismo que a gente pode construir outras relações sociais”. 20 de setembro de 2022. Por Fernanda Alcântara.
↩︎ - “A intensificação sustentável da agricultura é aquela capaz de aumentar o rendimento agrícola, ao mesmo tempo em que reduz seu impacto ambiental e assegura a saúde dos ecossistemas de apoio. Então, qual seria o futuro dos sistemas agrícolas mais sustentáveis? Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a expansão agropecuária brasileira nos últimos anos teve como prioridade a produtividade, ou seja, a redução de área plantada com aumento de produção (IGBE, 2015).” Fonte: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Sistemas agrícolas mais sustentáveis. ↩︎
- Agrobiodiversidade e Agricultura Familiar. “todos os componentes da diversidade biológica que constituem o agroecossistema: animais, plantas e microorganismos, nos níveis genético, de espécies e de ecossistemas, necessários para sustentar funções-chave do agroecossistema,sua estrutura e processos.” (Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB, Decisão V/5, Nairobi, 2000) ↩︎
- “De acordo com a Lei nº 4.504/64 (Estatuto da Terra) considera-se reforma agrária o conjunto de medidas que visam promover a melhor distribuição da terra, mediante modificações no regime de sua posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social e ao aumento de produtividade. O tema é uma das principais reivindicações do palestrante e do MST, no geral. Ambos ressaltam a necessidade da reforma agrária no Brasil para contemplar as famílias que tiram seu sustento e moradia das terras.” Fonte: Jornal da USP. Especialistas discutem importância da reforma agrária e os 40 anos do MST. O Laboratório de Geografia Agrária da FFLCH convida a todos para uma “prosa” sobre a atualidade da reforma agrária e os 40 anos do MST. Publicado: 25/04/2024. Por José Adryan Galindo. ↩︎
- “O que é uma semente crioula? Quais diferenças existem para as outras sementes? Porque devemos continuar lutando pela sua conservação e multiplicação? De que forma podemos nos organizar?” Para saber mais, assista ao vídeo do canal YouTube: AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia. Título: Sementes Crioulas. Publicado: 20 de julho de 2021. ↩︎
- “Criado em 1999, o Grupo de Intercâmbio em Agroecologia – Gias é o fruto de uma ação conjunta de organizações e movimentos sociais, cujo objetivo é alertar a sociedade mato-grossense sobre os impactos do modelo de desenvolvimento imposto pelo agronegócio, causador de grande destruição ambiental e social. Nesse sentido, o Gias quer demostrar que outro sistema social, ambiental e economicamente justo é possível: a agroecologia. Nessa ótica, a agroecologia garante a segurança e soberania alimentar, protege o meio-ambiente, promove populações e povos tradicionais, empodera mulheres, jovens e a agricultura familiar, e valoriza o intercâmbio de conhecimentos tanto recentes quanto ancestrais.” Fonte: Museu do Cerrado. ↩︎
- “Associação Regional de Produtores Agroecológicos ARPA – no contexto da região sudoeste do estado de Mato Grosso, apontando a forma de organização das famílias assentadas no assentamento Roseli Nunes para produção de alimentos de base agroecológico. Seu objetivo foi compreender como esta organização, torna-se um instrumento de resistência das famílias para sobreviver na terra e ao mesmo tempo contrapor o modelo de produção capitalista do agronegócio.” As Relações de Reprodução Social da Associação Regional de Produtores Agroecológicos (Arpa) do Contexto da Região Sudoeste de Mato Grosso. Por: Vander Antonio dos Reis. Orientador: Wanderlei Antonio Pignat. Afiliação: Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Dados do documento: 2018 ↩︎
- O que é o Tribunal Penal Internacional? Neste vídeo introdutório você poderá entender quais foram os objetivos que levaram os Estados a concordar com a criação de um tribunal penal permanente com vocação para a universalidade. A juíza Luz del Carmen Ibáñez explica as principais funções da Corte, os casos em que pode exercer sua jurisdição e os princípios que regem seu mandato. Você também conhecerá os órgãos que compõem o Tribunal e como ele funciona. Junte-se a nós e descubra a importância do Tribunal Penal Internacional na luta contra a impunidade. você quer saber mais? Convidamos você a consultar a bibliografia sobre “A jurisdição do TPI” que faz parte do “Curso Modelo sobre Direito Penal Internacional e Tribunal Penal Internacional” da CCI, disponível em: https://www.icc-cpi.int/get-involved/… item.aspx?section=ICL-part1-s15. ↩︎
- O Tribunal Penal Internacional investiga, processa e, em última análise, condena pessoas pelos crimes internacionais mais graves, incluindo o crime de genocídio. Nesta apresentação, Magali Bobbio, Diretora Jurídica Adjunta do TPI, explica o que é o “crime dos crimes”, seu contexto histórico e normativo, bem como os comportamentos e meios regulados pelo Estatuto de Roma para a sua perpetração. Junte-se a nós e descubra a importância do Tribunal Penal Internacional na busca por justiça para as vítimas. Ficou interessado em saber um pouco mais? Convidamos você a revisar a bibliografia sobre “O crime de genocídio” que faz parte do “Curso Modelo sobre Direito Penal Internacional e Tribunal Penal Internacional” do TPI disponível em: https://www.icc-cpi.int/ envolver-se /… . ↩︎
- Os crimes contra a humanidade são abusos generalizados e sistemáticos que afectam a humanidade como um todo, tornando-os um dos crimes mais graves e significativos para a comunidade internacional. Juan Pablo Calderón Meza, Diretor Jurídico Adjunto do TPI, explica como esses crimes são cometidos, quais características os definem e que tipo de conduta pode levar ao seu cometimento. Junte-se a nós e descubra a importância do Tribunal Penal Internacional na busca por justiça para as vítimas. Ficou interessado em saber um pouco mais? Convidamos você a revisar a bibliografia sobre “Crimes contra a humanidade” que faz parte do “Curso Modelo sobre Direito Penal Internacional e Tribunal Penal Internacional” do TPI disponível em: https://www.icc-cpi.int/get – envolvido/… ↩︎
- Nesta apresentação, Enrique Carnero, Diretor Jurídico do TPI, apresenta o crime de agressão, incluído no Estatuto de Roma desde 2010 com as alterações de Kampala. Com base no seu contexto histórico, você descobrirá a relação entre este crime e os atos de agressão, bem como as condições específicas sob as quais o TPI pode exercer a sua jurisdição para investigar, processar e punir os responsáveis. Junte-se a nós e conheça o trabalho do Tribunal Penal Internacional na busca por uma paz estável e duradoura. Ficou interessado em saber um pouco mais? Convidamos você a revisar a bibliografia sobre “O crime de agressão” que faz parte do “Curso Modelo sobre Direito Penal Internacional e Tribunal Penal Internacional” do TPI disponível em: https://www.icc-cpi.int/ envolver-se /… ↩︎
- Neste vídeo, Ania Salinas, Diretora Jurídica Adjunta do TPI, explica os comportamentos específicos que se qualificam como crimes de guerra, as normas internacionais que tentaram limitar os meios e métodos de combate em conflitos armados internos e internacionais, e como foram cristalizadas no Estatuto de Roma para determinar a responsabilidade dos autores. Junte-se a nós e descubra o papel do Tribunal Penal Internacional na prevenção de crimes internacionais. Ficou interessado em saber um pouco mais? Convidamos você a revisar a bibliografia sobre “Crimes de Guerra” que faz parte do “Curso Modelo sobre Direito Penal Internacional e Tribunal Penal Internacional” do TPI disponível em: https://www.icc-cpi.int/get- envolvido /… ↩︎
- “Jojo Mehta foi cofundador do Stop Ecocide em 2017, ao lado da advogada e pioneira jurídica Polly Higgins , para apoiar o estabelecimento do ecocídio como crime no Tribunal Penal Internacional. Como CEO e porta-voz principal, ela supervisionou o notável crescimento do movimento enquanto coordenava os desenvolvimentos jurídicos, a tração diplomática e a narrativa pública. Ela é presidente da instituição de caridade Stop Ecocide Foundation e organizadora do Painel de Especialistas Independentes para a Definição Legal de Ecocídio, presidido por Philippe Sands QC e Dior Fall Sow. A definição resultante, lançada em Junho de 2021, catalisou Desenvolvimentos legislativos, recomendações e resoluções a nível nacional, regional e internacional.” ↩︎
- “Philippe Sands KC é Professor de Compreensão Pública do Direito na Faculdade de Direito da University College London e Professor Visitante de Direito na Harvard Law School. Ele é advogado em 11 King’s Bench Walk (11KBW) e atua como advogado perante a Corte Internacional de Justiça e outros tribunais e cortes internacionais. Ele atua como árbitro em disputas internacionais de investimentos e no Tribunal Arbitral do Esporte.” Fonte: Universidade de Harvard ↩︎
- “Dior Fall Sow foi a primeira mulher no Senegal, nomeada Procuradora da República no Tribunal de Primeira Instância de Saint-Louis em 1976. Sem hesitar em deixar Dakar, foi a primeira mulher a mudar-se para a região de St Louis como juiz de instrução, em 1971, e entre as seis pessoas designadas a Saint-Louis como posto de serviço. Sua impressionante ética de trabalho foi percebida como um símbolo da capacidade das mulheres de exercer a profissão jurídica. Em seus primeiros dias em St Louis, ela ocasionalmente era obrigada a atuar como promotora quando esta estava fora da cidade. Portanto, quando o promotor foi destacado para outra área, ele sugeriu o nome dela como sua sucessora como promotora no gabinete de St. Louis. Assim, em 1976, Dior Fall Sow tornou-se a primeira mulher promotora no Senegal. Ela estava plenamente consciente dos aspectos desafiadores do cargo e de como seu sucesso no mesmo abriria portas semelhantes para outras mulheres.” Fonte: Instituto para Mulheres Africanas no Direito © Todos os direitos reservados. ↩︎
- “Andrew Harding é um jornalista e escritor britânico. Ele tem vivido e trabalhado no exterior como correspondente estrangeiro nas últimas 3 décadas. Desde 1994 ele trabalha para a BBC News. Andrew ganhou vários prêmios por seu jornalismo e redação. Em 2014, a sua cobertura da guerra na República Centro-Africana ganhou um Emmy em Nova Iorque. “These Are Not Gentle People” ganhou o principal prêmio literário da África do Sul – o prêmio de não-ficção Alan Paton do Sunday Times. O livro também foi selecionado para o prestigiado prêmio criminal “Golden Dagger” do Reino Unido, enquanto a série de rádio da BBC com a mesma história, Blood Lands, ganhou o principal prêmio de rádio da Europa, um “Prix Europa”, em 2021. A reportagem de Andrew da Birmânia ganhou um Prêmio da Anistia de Direitos Humanos em 2006. Em 2004, ele ganhou uma parte do Prêmio Peabody pela cobertura da BBC sobre Darfur, e seu trabalho no norte de Uganda lhe rendeu o Prêmio Britânico de Imprensa Estrangeira e o Prêmio Bayeux por Reportagem de Guerra.” Fonte/Site Oficial: Andrew Harding ↩︎
Amazônia (Dinâmico)
🌊 Rachel Carson: Lenda da Ecologia, Bióloga e Escritora Pioneira, e o Legado Científico que Fundamentou a Luta contra o Ecocídio.
O termo ecocídio, que descreve a destruição ambiental extensa e irreversível, ganhou base ética e científica sólida após a publicação de Primavera Silenciosa (1962), de Rachel Carson. Embora o termo tenha sido formalmente cunhado em 1970 por Arthur W. Galston em referência à Guerra do Vietnã, a denúncia científica pioneira da bióloga, escritora e ecologista americana, que alertava para as graves consequências do dano ecológico, foi um instrumento essencial para o ativismo e o debate jurídico e ambiental. Este artigo se aprofundará no trabalho de Rachel Carson, destacando como sua visão inovadora é crucial para a discussão atual sobre a criminalização do ecocídio e a salvaguarda do planeta.
Renomada bióloga Rachel Carson (1907-1964), escritora e ecologista norte-americana.
O termo “ecocídio” refere-se à destruição extensa, prejudicial ou irreversível do meio ambiente, levando a graves consequências para a biodiversidade, a qualidade do ar, da água e do solo e para o equilíbrio geral do ecossistema. Embora o conceito de dano ecológico em massa tenha sido popularizado pela denúncia científica de Carson em 1962, o termo foi formalmente cunhado em 1970 pelo biólogo e bioeticista Arthur W. Galston, em referência aos devastadores efeitos do Agente Laranja e de outras operações militares no Vietnã. No entanto, o debate sobre a criminalização da destruição ambiental ganhou uma base ética e científica sólida após a publicação do livro seminal de Rachel Carson,1 Primavera Silenciosa (1962).2 Sua obra tornou-se um instrumento essencial em contextos de ativismo jurídico e ambiental para enfatizar a seriedade das ações que resultam em danos irreparáveis ao ecossistema global. Este artigo terá como foco o trabalho de Rachel Carson e sua relevância para o debate3 sobre o ecocídio, destacando como sua visão pioneira contribuiu para a conscientização sobre os perigos da degradação ambiental, entre outras ações.4


“Uma maneira de abrir os olhos é perguntar a si mesmo: e se eu nunca tivesse visto isso antes? E se eu soubesse que nunca mais veria isso?” — Rachel Carson

Rachel Carson: Uma Pioneira do Ambientalismo
Rachel Carson (1907–1964)5 foi uma escritora, cientista e ecologista americana. Mais conhecida por seu livro Silent Spring “Primavera Silenciosa” (1962), ela desafiou a crença de que os humanos dominavam a natureza e alertou sobre os perigos do uso de pesticidas químicos. Carson era apaixonada pelo mundo natural desde a infância. Estudou biologia marinha e trabalhou no governo federal como bióloga e editora. Em seus livros, como “O Mar à Nossa Volta” (1952)6 e “A Beira do Mar” (1955),7 ela descreveu a beleza e a importância do oceano. O livro Primavera Silenciosa denunciou os efeitos devastadores do DDT e outros pesticidas na vida selvagem e na saúde humana. O livro gerou um movimento ambientalista global8 e influenciou políticas públicas para proteger o meio ambiente. Carson faleceu em 1964, mas seu legado continua a inspirar novas gerações a defender o planeta.9
A pressão pública gerada por “Silent Spring” contribuiu para a proibição do DDT nos Estados Unidos e para o início do movimento ambientalista moderno

“Uma maneira óbvia de enfraquecer uma causa é desacreditar a pessoa que a defende ” — Rachel Carson
“O desejo de controle total da natureza para o homem é concebido como uma arrogância e a interrupção das principais vias metabólicas e as mutações são preços altos a pagar para não ter mosquitos” Rachel Carson.
No célebre artigo da Academia Pernambucana de Ciências10, Rachel Carson, mesmo “com a saúde abalada”, em seu discurso ao Women’s National Press Club11 (dezembro de 1962), em uma das declarações mais importantes de Carson após a publicação de Silent Spring, iniciou a feroz reação da indústria contra ela, que de maneira cortês e perspicaz, expressou da seguinte forma:
“Uma maneira óbvia de enfraquecer uma causa é desacreditar a pessoa que a defende. E assim os mestres da inventiva têm estado ocupados. Costumam dizer: sou uma “amante dos pássaros”, “uma amante dos gatos”, “uma amante dos peixes”, “uma sacerdotisa da natureza”, uma devota de um culto místico relacionado com as leis do universo que os meus críticos consideram imune. Outro artifício bem conhecido e muito utilizado é deturpar minhas posições e depois atacar coisas que nunca disse. Ora, não quero insistir no óbvio, porque quem realmente leu o livro (Silent Spring) sabe que não defendo o abandono total do controlo químico, que critico o controlo químico moderno não porque controla insetos nocivos, mas porque cria muitos efeitos colaterais perigosos ao fazê-lo. Critico os métodos atuais porque se baseiam num nível bastante baixo de pensamento científico. Realmente conseguimos uma sofisticação muito maior na solução deste problema.”
Parágrafo na íntegra, em inglês:
“One obvious way to weaken a cause is to discredit the person who champions it. And so the masters of invective have been busy. They use to say: I am a “bird lover”, “a cat lover”, “a fish lover”, “a priestess of nature” a devotee of a mystical cult having to do with laws of the universe which my critics consider themselves immune to. Another well-know and much used device is to misrepresent my positions and then to attack things that I have never said. Now, I do not want to belabor the obvious, because anyone who has really read the book knows that I do not advocate the complete abandonment of chemical control, that I criticize modern chemical control not because it controls harmful insects, but because it creates many dangerous side effects in doing so. I criticize the present methods because they are based on a rather low level of scientific thinking. We really are capable of much greater sophistication in our solution of this problem.”
Essas palavras, proferidas por uma das mais importantes cientistas do século XX, são ainda mais relevantes hoje, em um contexto de crescente degradação ambiental.12 Carson nos alerta para os perigos da poluição, da destruição dos ecossistemas13 e da extinção das espécies. Ela nos lembra de que o homem é parte da natureza e que, se não cuidarmos do nosso planeta, estaremos condenando a nós mesmos e às gerações futuras. A mensagem de Carson é uma mensagem de esperança. Ela nos diz que ainda há tempo para mudarmos o curso da história. Cabe a nós, todos, tomarmos medidas urgentes para proteger o meio ambiente e construir um futuro melhor para todos.

O desenvolvimento do movimento ambientalista: Carson é uma das figuras mais homenageadas da história ambiental
Seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento do movimento ambientalista moderno e seu legado continua a inspirar pessoas de todo o mundo: “O seu nome é utilizado para dezenas de escolas nos Estados Unidos, para nomes de edifícios públicos associados à Ecologia, entre outros. Prêmios com seu nome são muitos, a exemplo do almejado “Prêmio Rachel Carson”,14 criado pelo governo da Noruega, em 1991, para distinguir mulheres que mais se destacam em trabalhos sobre proteção ambiental. Em 1980, o governo dos Estados Unidos concedeu-lhe, in memoriam, a Presidential Medal of Freedom,15 a mais alta honraria concedida a um civil naquele país.”16 A medalha é concedida a indivíduos que tenham contribuído significativamente para o bem-estar da nação. Rachel Carson foi a primeira mulher a receber a medalha postumamente.

Obras notáveis de Rachel Carson — A Poeta do Mar
O legado de Rachel Carson continua perdurando, deixando um impacto significativo para as gerações futuras. Graças a ela, temos agora uma compreensão mais profunda das complexidades da paisagem aquática e reconhecemos a necessidade urgente de preservação ambiental. A sua capacidade de simplificar questões científicas complexas por uma linguagem acessível permitiu uma maior compreensão da importância da biodiversidade.
Carson, com suas obras notáveis, tornou-se uma referência mundial em estudos da natureza e na conservação ambiental. Após publicar Under the Sea-Wind (1941), The Sea Around Us (1951) e The Sea Around Us (1951), Carson lançou o livro Silent Springe em 1962, que foi amplamente lido pelo público e se tornou um bestseller conforme o New York Times17 em 16 de abril de 1964. De maneira simplificada, e acadêmica ao mesmo tempo, Carson disseminou com sucesso o conhecimento científico e promoveu uma maior compreensão da necessidade de proteger os oceanos para o bem-estar do planeta. O legado de Carson vai além dos seus trabalhos escritos, deixando um impacto duradouro na forma como compreendemos e salvaguardamos o mundo natural.
Under the Sea-Wind (Sob o Mar/Sob o Vento Marinho). Em sua aclamada obra científica, a autora Rachel Carson nos leva a uma imersão fascinante no mundo dos peixes e aves marinhas
Originalmente publicado em 1941, Under the Sea-Wind18 (Sob o Mar/Sob o Vento Marinho), é o primeiro livro de Rachel Carson. Este livro é um retrato dos pássaros e peixes que habitam a orla oriental da América do Norte, apresentado em uma série de narrativas descritivas que desvendam a vida da costa, do mar aberto e do fundo do mar. Ele é dividido em três partes. A primeira seção, intitulada “As Águas”, nos leva a uma exploração profunda do ambiente marinho, com descrições vívidas de seus habitantes, incluindo peixes, pássaros, mariscos e outras criaturas. Em “A Vida”, Carson investiga o intrigante comportamento e as adaptações desses animais marinhos. A seção final, “Humanos e o Oceano”, oferece uma exploração instigante da importância do oceano para a humanidade e como as atividades humanas impactam o ambiente marinho. Com um estilo de escrita jornalística que combina fatos informativos e talento literário, este livro é uma leitura cativante para todos. O impacto de Carson vai além de suas obras escritas.


The Sea Around Us (O mar ao nosso redor ou o Mar que nos cerca), no estilo conhecido como Rachel Carson, este livro de 1951 é um cuidadoso exame do oceano feito de forma romântica, mas fundamentado na ciência
The Sea Around Us, escrito pela bióloga marinha americana Rachel Carson e publicado em 1951, é um livro premiado e best-seller que explora a ciência e a poesia do mar. Abrange desde os primórdios do mar até às mais recentes investigações científicas, revelando a beleza e a complexidade do mundo marinho. O livro é frequentemente descrito como “poético” sendo considerado o segundo livro da chamada trilogia marítima de Carson, que inclui “Under the Sea Wind” e “The Edge of the Sea”.
Ao longo de um único ano, foram registradas vendas incríveis do livro The Sea Around Us19 (O mar ao nosso redor ou o Mar que nos cerca), que apresentou números superiores a duzentos mil exemplares espalhados pelo território norte-americano. O feito se torna ainda mais espetacular quando descobrimos que ele conseguiu permanecer nada menos do que 86 (oitenta e seis) semanas consecutivas entre os livros mais procurados pelos leitores (e liderou por quase quarenta delas), além de ser publicado em trinta línguas ao redor do mundo inteiro. Por ele, recebeu as medalhas de ouro John Burroughs,20 da New e York Zoological Society.21
Ao ser agraciada com o National Book Award (Prêmio Nacional do Livro, 1951)22 por O Mar que nos Cerca, Rachel Carson afirmou: “É importante reconhecer a natureza dos ventos, do mar e das mudanças nas marés. No caso de existir fascínio, beleza e grandiosidade dentro deles, a ciência encontrará essas características. A criação delas pela ciência é impossível se eles não as têm. Nenhuma deliberada ação minha colocou poesia em meu livro sobre o mar; no entanto, seria irremediavelmente ignorante falar do mar sem abordar sua essência lírica.”
Na opinião de Ann H. Zwinger,23 que escreveu a introdução deste livro, O Mar que nos Cerca apresenta “uma riqueza adicional e um significado pessoal. Permanece a nos avisar dos perigos do uso irresponsável dos oceanos e, por consequência, do meio ambiente. Mantém-se como um farol que nos direciona, descrevendo de forma precisa e lírica seu comprometimento com o ambiente natural. Por cima disso tudo está o fascínio do Mar ao redor de nós: um prazer proporcionado tanto pelas palavras belas quanto pela visão daquele vasto corpo líquido abraçando os continentes e unindo nossa existência planetária”. O sucesso do livro lançou Carson aos olhos do público e estabeleceu sua reputação como uma voz de liderança no campo da biologia marinha e da conservação ambiental.
O livro “O Mar que nos Cerca” mantém sua relevância atual, preservando a mesma vitalidade que o caracterizou há mais de seis décadas. A habilidade de Carson em evocar a grandiosidade e importância dos oceanos, unindo o vasto e íntimo, permanece praticamente sem igual: desde a Terra recém-formada esfriando sob um céu infinitamente encoberto, até os séculos de chuvas incessantes que deram origem aos oceanos; das lulas gigantes atacam cachalotes a centenas de metros abaixo da superfície, à força das marés transportando diariamente bilhões de toneladas de água em uma única baía; e das ondas sísmicas, como os tsunamis, que nos lembram do poder invasor dos oceanos. As águas são tanto fonte de vida quanto de perigo para a humanidade.
Diante das crescentes ameaças aos oceanos, como a poluição por resíduos médicos, desastres ecológicos como o vazamento de petróleo da Exxon no Alasca, o declínio da Grande Barreira de Corais e o derretimento das calotas polares, o livro de Rachel Carson serve por exemplo um lembrete urgente da fragilidade e importância desses ambientes e da vida que eles sustentam. Leitores que apreciam o mar ou se preocupam com nosso planeta encontrarão nesta obra clássica uma leitura essencial e inspiradora. Através de uma prosa poética e cientificamente embasada, Rachel Carson nos lembra da magnitude e da fragilidade dos oceanos, enfatizando a importância de preservar e entender o mar como um sistema vital interligado que impacta toda a vida na Terra.24


The Edge of the Sea (A Beira-Mar ou A beira do mar), publicado em 1955, Rachel Carson explora principalmente os ecossistemas localizados nas áreas costeiras ao longo da costa leste dos Estados Unidos e embarca em uma aventura pelas paisagens marinhas nessa obra literária
The Edge of the Sea (A Beira-Mar ou A beira do mar) de Rachel Carson, é o terceiro livro de sua trilogia marítima, publicado em 1955.25 O livro explora a vida marinha26 e os ecossistemas encontrados ao longo das costas do mundo, concentrando-se nas zonas entremarés onde a terra e o mar se encontram. As descrições vívidas e os insights científicos de Carson revelam a beleza e a complexidade desses ambientes, destacando o delicado equilíbrio entre os organismos que ali vivem e as forças da natureza que os moldam. O livro é uma prova do profundo apreço de Carson pelo mundo natural e do seu compromisso em compartilhar seu conhecimento e paixão com um público mais amplo.
The Edge of the Sea relata que, além das áreas costeiras, existem as praias cobertas por fina camada dourada e os vibrantes ecossistemas coralinos que escondem segredos ainda desconhecidos para se explorar. Ela evidenciará toda a grandeza da beleza fugaz que pode ser encontrada numa modesta poça d’água natural e, ao mesmo tempo, compartilha com todos nós o fascinante valor simbólico existente num humilde grãozinho de areia.
Ao se aventurar no universo dos oceanos, a autora revela em cada página deste livro fascinante sua maneira única de expressar pensamentos e emoções. Magistralmente, ela evidencia os elementos principais desse contexto — ondas imponentes se chocando contra uma praia infinitamente sedutora para aspirações não exploradas; correntezas vigorosas que preservam um ecossistema singularmente encantador; águas enigmáticas e atrativas em todo o entorno.
Quem lê fica inegavelmente empolgado ao acompanhar a minuciosa interpretação das costeiras rochosas e praias ensolaradas, que revelam um verdadeiro deslumbramento do mundo colorido dos recifes de coral. Os desenhos de Bob Hines27 dão vida e brilho a esta obra. Além disso, há um apêndice no qual são apresentados diferentes exemplos que ilustram todo o encantamento da natureza na habilidosa escrita dessa autora.
A seguir, compartilhamento do vídeo do canal YouTube “Matéria de Capa” com o título “Censo do oceano: pela saúde do planeta”, publicado em 25/06/2023: “O que existe no fundo do mar?” Pesquisadores de diversos países estão se preparando para uma grandiosa missão científica: o “Censo do Oceano”. Sob a coordenação de cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, o programa estabeleceu a meta ambiciosa de descobrir 100 mil novas espécies de vida marinha nos 10 anos próximos. O programa “Matéria de Capa” teve a oportunidade de conversar com alguns dos cientistas envolvidos no projeto, e apresenta neste vídeo algumas das tecnologias que serão empregadas no mapeamento dos oceanos.


Silent Spring é um livro de não ficção escrito por Rachel Carson que se tornou um dos livros mais influentes do movimento ambientalista moderno
Publicado em 1962, Silent Spring28 foi amplamente lido pelo público e tornou-se um best-seller do New York Times. Através do trabalho incansável e persistente da autora Rachel Carson, o livro Primavera silenciosa desafiou as políticas governamentais que permitiam o descarte irresponsável de substâncias tóxicas no meio ambiente29 antes mesmo dos efeitos negativos desses produtos serem compreendidos. Através da linguagem simples, Carson demonstrou como o uso de inseticidas pode modificar os processos celulares tanto em plantas quanto em animais e seres humanos. Um livro para refletir: Não devido ao lado negativo dos seres humanos, mas sim pelos sonhos e oportunidades que a vida nos reserva.
Silent Spring foi publicado pela primeira vez como uma série na The New Yorker e depois como um livro por Houghton Mifflin. Documentando os muitos efeitos nocivos que os pesticidas têm no ambiente, Carson argumentou que os pesticidas deveriam ser adequadamente chamados de “biocidas” devido ao seu impacto em outros organismos que não as pragas alvo. Especificamente, ela notou os danos que o DDT infligiu às populações de aves e alertou para uma futura primavera caracterizada pela falta do canto dos pássaros. Ela destacou o fato de o DDT ter sido classificado como um agente químico cancerígeno implicado na causa de tumores hepáticos em ratos e acusou representantes da indústria química de espalharem desinformação contrariada pela investigação científica. Ela também acusou os funcionários do governo de aceitarem acriticamente as reivindicações de segurança da indústria química e, mais radicalmente, questionaram o paradigma então dominante do progresso científico e a crença filosófica de que o homem estava destinado a exercer controlo sobre a natureza. Ela argumentou que o sucesso dos pesticidas é necessariamente limitado porque as pragas alvo tendem a desenvolver imunidade, enquanto os riscos para os seres humanos e para o ambiente aumentarão à medida que os pesticidas se acumulam no ambiente. Contudo,
Silent Spring não apelou à cessação de todo o uso de pesticidas; exigia maior moderação e cuidado no seu uso.


The Sense of Wonder é um antídoto refrescante para a indiferença e um guia para capturar o simples poder de descoberta que Carson considera essencial à vida
O livro “The Sense of Wonder” foi escrito por Rachel Carson e publicado em 1956. “Nos apresenta suas memórias e um apelo à conservação ambiental. Por sua importância, continua sendo o guia clássico para apresentar às crianças as maravilhas da natureza. Em 1955, a aclamada conservacionista Rachel Carson — autora de Silent Spring — começou a trabalhar em um ensaio que ela consideraria um dos projetos mais importantes de sua vida. Seu sobrinho-neto, Roger Christie, havia visitado Carson naquele verão em sua casa de campo no Maine, e juntos eles haviam vagado pelos bosques e piscinas de maré circundantes. Ensinando Roger sobre as maravilhas naturais ao seu redor, Carson começou a vê-los de novo e queria relacionar esse mesmo sentimento mágico a outras pessoas que pudessem esperar apresentar a uma criança a beleza da natureza. “Para que uma criança mantenha vivo seu senso inato de admiração”, escreve Carson, “ela precisa da companhia de pelo menos um adulto que possa compartilhá-la, redescobrindo com ela a alegria, a emoção e o mistério do mundo em que vivemos”.
“The Sense of Wonder é um volume atemporal que será transmitido de geração em geração, tão precioso quanto a lembrança de uma caminhada matinal quando o canto de um curral foi ouvido como se fosse pela primeira vez. Apresentando serenas fotografias coloridas do renomado fotógrafo Nick Kelsh, “esta edição lindamente ilustrada é um excelente presente para novos e futuros pais e mães” (Gregory McNamee) e ajuda todos nós a explorar o poder extraordinário do mundo natural.”30

Lost Woods: The Discovered Writing of Rachel Carson, Beacon Press, 1998
Lost Woods: The Discovered Writing of Rachel Carson: “Esta coleção de prosa infantil, primeiros escritos, cartas íntimas, discursos, um roteiro de TV e fragmentos inéditos de um dos pioneiros do movimento ambientalista moderno oferecem raros vislumbres da capacidade única de Carson de fundir rigor científico e poder lírico. Abrangendo quarenta e cinco anos de escrita de Carson, constitui uma autobiografia emocionante da cientista que ensinou ecologia ao mundo.”31

Fishes of the Middle West de Rachel Carson
A introdução do livro Fishes of the Middle West (PDF), escrito por Rachel L. Carson e publicado pela University of Nebraska – Lincoln em colaboração com o US Fish & Wildlife Service, em julho de 1943, oferece uma visão abrangente e fascinante sobre a vida aquática na região do Meio Oeste dos Estados Unidos. Exploremos juntos as profundezas deste estudo cuidadosamente elaborado sobre a vida dos peixes nesta área tão rica em diversidade e importância ecológica: “As águas do rio Mississippi32 e dos Grandes Lagos33 representam uma significativa fonte potencial de alimento, contendo várias centenas de milhões de libras (peso) de peixes de água doce, conhecidos por seu sabor e qualidade. Este abundante recurso aquático é de grande importância para a nação em um período de guerra. Com a crescente escassez de carne, prevê-se um aumento no consumo de peixes em comparação com anos anteriores ao conflito (Segunda Guerra: 1939-1945). Especialmente nas regiões do interior do país, onde a disponibilidade de frutos do mar como rosefish, linguado e camarão, provenientes das costas do Atlântico, Pacífico e do Golfo, pode estar comprometida nos próximos meses, e as pessoas tenderão a recorrer mais aos peixes de água doce, dadas suas qualidades nutritivas e acessibilidade.”
Compreende-se que “entre as numerosas espécies nativas de peixes encontradas no rio Mississippi e nos Grandes Lagos, muitas são excelentes opções para consumo alimentar, embora algumas delas permaneçam pouco conhecidas mesmo nas áreas onde são mais comuns. A identificação e utilização adequada desses peixes podem enriquecer a variedade de refeições durante períodos de guerra, além de contribuir para uma dieta equilibrada, fornecendo importantes fontes de proteínas, minerais e vitaminas. Esta publicação visa familiarizar os habitantes do Meio-Oeste dos Estados Unidos34 com os peixes nativos de suas regiões, destacando suas características alimentares distintas, adaptabilidade a diferentes métodos de preparo e períodos de disponibilidade sazonal.”

Fish and Shellfish of the Middle Atlantic Coast, 1945, United States Government Printing Office
Trecho de Peixes e Mariscos da Costa Média Atlântica: Texto extraído de Peixes e Mariscos da Costa Média Atlântica, onde a pesca nesta região é predominantemente conduzida por pescadores individuais ou pequenas associações, uma distinção marcante em relação às operações de pesca na Nova Inglaterra e na Costa do Pacífico. Nestas últimas, as empresas de grande porte com estabilidade financeira e vastos recursos materiais e de equipamentos são a norma. Entretanto, existem exceções notáveis na região do Médio Atlântico, como a pesca de menhaden, dominada por grandes empresas que controlam cadeias de fábricas e uma grande frota de embarcações, além da indústria de ostras do Long Island Sound e de partes de Nova Jersey e Virgínia. A pesca com rede de libra, por sua vez, é geralmente conduzida por grupos organizados de aproximadamente 8.126 pescadores.35

Chincoteague: A National Wildlife Refuge, 1947, United States Government Printing Office
Bem-vindo à fascinante jornada pelo Chincoteague: A National Wildlife Refuge (PDF), através das lentes perspicazes de Rachel Carson e da US Fish & Wildlife Service. Publicado em junho de 1947 pela University of Nebraska-Lincoln, este livro mergulha nas riquezas naturais e na importância histórica deste santuário de vida selvagem. Sob a orientação meticulosa de Rachel Carson, uma das mais proeminentes conservacionistas e escritoras do século XX, somos conduzidos por uma exploração envolvente da fauna, flora e ecossistemas que caracterizam este refúgio único. Ao longo das páginas, testemunhamos a interconexão vital entre a natureza e a humanidade, e a necessidade premente de preservar esses tesouros para as gerações futuras. Prepare-se para ser inspirado e encantado por esta celebração da vida selvagem e da incansável dedicação à sua proteção.
“Se você viajar muito pelas partes mais selvagens do nosso país, mais cedo ou mais tarde, você encontrará provavelmente o sinal dos Refúgios Nacionais de Vida Selvagem.36 Você pode encontrá-lo ao lado de uma estrada que atravessa quilômetros de pradarias planas no Centro-Oeste, ou nos desertos quentes do Sudoeste.37 Você pode encontrá-lo perto de algum lago na montanha, ou como você empurra seu barco pelos sinuosos riachos salgados de um pântano costeiro. Onde quer que você encontre este sinal, respeite-o. Significa que a terra atrás da placa foi dedicada pelo povo americano à preservação, para si e para seus filhos, tanto de nossa vida selvagem nativa quanto puder ser retido ao longo de nossa civilização moderna.”
“As criaturas selvagens, tal como os homens, devem ter um lugar para viver. À medida que a civilização cria cidades, constrói estradas e drena pântanos, vai tirando, gradualmente, a terra que está adequada para a vida selvagem. E à medida que o seu espaço para viver diminui, as próprias populações de vida selvagem diminuem. Os refúgios resistem a esta tendência, salvando algumas áreas da invasão e preservando neles, ou restaurando, quando necessário, as condições que as coisas selvagens precisam para viver.”38

Mattamuskeet: A National Wildlife Refuge, 1947, United States Government Printing Office
Universidade de Nebraska-Lincoln. Publicações da US Fish & Wildlife Service. Julho de 1947. Mattamuskeet: Um Refúgio Nacional de Vida Selvagem.39 Rachel Carson, Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. DEPARTAMENTO DO INTERIOR DOS ESTADOS UNIDOS, J. A. Krug, Secretário. SERVIÇO DE PESCA E VIDA SELVAGEM, Albert M. Day, Diretor.
Introdução:
Para aqueles que exploram extensivamente as regiões mais remotas dos Estados Unidos, é provável que, em algum momento, depare-se com o icônico símbolo do ganso migratório – o emblema dos Refúgios Nacionais de Vida Selvagem.40 Este símbolo pode ser avistado à margem de estradas que cruzam vastas extensões de pradarias no Meio-Oeste, ou nos áridos desertos do Sudoeste. Também pode ser encontrado próximo a lagos de montanha ou enquanto se navega por sinuosos riachos salinos em pântanos costeiros.
Em qualquer lugar onde esse símbolo seja avistado, deve ser reverenciado, ao representar a dedicação da terra ali situada pelo povo americano à preservação, tanto para as gerações presentes quanto futuras, da rica diversidade de nossa vida selvagem nativa, em harmonia com os avanços de nossa civilização moderna.
Assim como os seres humanos, as criaturas selvagens também necessitam de um habitat. À medida que a civilização ergue cidades, constrói estradas e drena pântanos, elimina gradualmente os espaços vitais indispensáveis para a vida selvagem. Consequentemente, à medida que seu habitat encolhe, as populações de animais selvagens também diminuem. Os refúgios contrapõem-se a essa tendência, salvaguardando áreas da expansão humana e preservando, ou mesmo restaurando quando necessário, as condições ambientais essenciais para a sobrevivência da fauna nativa.
Mattamuskeet, Pea Island e Swanquarter estão localizados no interior dos Estados Unidos na costa mais distante – representam três notáveis Refúgios Nacionais de Vida Selvagem na Carolina do Norte, desempenhando um papel vital ao fornecerem alimento e abrigo para uma população excedente de 100.000 aves aquáticas durante os meses de inverno. Patos, gansos e cisnes, que no verão habitam as extremidades setentrionais do mundo, desde a Groenlândia até o Alasca, iniciam suas jornadas migratórias no outono, seguindo as rotas celestiais até encontrarem nos mencionados refúgios as condições propícias para sobreviverem aos duros meses de inverno.
Os refúgios ocupam posições estratégicas ao longo da rota atlântica das aves aquáticas, uma das quatro rotas migratórias primárias nos Estados Unidos, complementadas pelas rotas do Mississippi, Central e Pacífico. Desempenham um papel vital como pontos de parada e abastecimento para uma variedade de espécies durante suas longas jornadas migratórias, proporcionando um ambiente crucial para descanso, alimentação e reprodução.
O Mattamuskeet,41 é possível testemunhar uma das maiores congregações de gansos canadenses ao longo da costa atlântica, além de avistar uma quantidade considerável da majestosa ave branca, o cisne assobiador, algo que uma pessoa comum provavelmente não presenciaria ao longo de toda uma vida. Já em Pea Island,42 milhares de gansos da neve, gansos canadenses e uma variedade de patos, como os olhos dourados, arrabios e marrecos, encontram um verdadeiro paraíso de inverno. Em Swanquarter,43 os patos mergulhadores, como os buffleheads44 e as scaups,45 encontram nas águas salgadas e nas plantas aquáticas submersas os recursos necessários para sobreviverem durante a estação fria.

Parker River: A National Wildlife Refuge, 1947, United States Government Printing Office
O Parker River: A National Wildlife Refuge, 1947 representa uma significativa contribuição da Nova Inglaterra para os esforços nacionais voltados à preservação das aves aquáticas na América do Norte. Este empreendimento recebe o apoio direto de milhões de americanos, incluindo aqueles que reconhecem o valor intrínseco da conservação da vida selvagem como parte integrante do patrimônio natural da nação.
Ao longo de várias gerações, os Estados Unidos testemunharam a transformação de vastas áreas selvagens em territórios industriais e agrícolas, resultando na expulsão das aves aquáticas de muitos de seus habitats naturais. Durante esse mesmo período, houve flutuações na atividade de caça comercial, 46 bem como um aumento constante na caça esportiva.47
Durante três grandes declínios populacionais das aves aquáticas, ocorridos em 1915, na década de 1930 e a partir de 1944, houve uma recuperação parcial após os dois primeiros eventos, porém o terceiro declínio suscita preocupações significativas. A possibilidade de um declínio irreversível ameaça reduzir drasticamente as populações de aves aquáticas.
Para a preservação dessas espécies, é crucial reservar áreas que ofereçam os habitats necessários, incluindo pântanos, lagoas e alimentos naturais, proporcionando um santuário no contexto da civilização. Atualmente, cerca de duzentos refúgios nacionais de aves aquáticas distribuídas pelos Estados Unidos48 desempenham esse papel fundamental, fornecendo os recursos essenciais para a conservação dessas aves.

Bear River: A National Wildlife Refuge, 1950, United States Government Printing Office (com Vanez T. Wilson)
No outono de 1824, uma canoa de couro de búfalo desceu o rio Bear até sua foz no Grande Lago Salgado de Utah.49 Ao contemplar aquele vasto mar interior, Jim Bridger,50 renomado explorador da natureza selvagem ocidental, certamente se viu surpreso diante do espetáculo. Os céus, as águas abertas e as margens pantanosas do lago estavam repletos de pássaros. Bridger relatou ter avistado “milhões de patos e gansos” naquele dia.
Entretanto, os pântanos do rio Bear em breve enfrentariam tempos sombrios, marcados pela redução das aves aquáticas de milhões para milhares. A intervenção humana, incluindo o desvio de água para irrigação e a drenagem de áreas úmidas, aliada à caça desenfreada e doenças resultantes desses eventos desastrosos, contribuíram para essa decadência.
Contudo, um verdadeiro milagre da conservação ocorreu, restaurando a população de aves aquáticas na região. O Refúgio de Aves Migratórias Bear River51 desempenhou um papel crucial nessa recuperação e tornou-se um dos principais destinos de observação de aves no continente. Visitantes anuais testemunham o espetáculo da migração de outono, onde é possível avistar literalmente milhares de patos em um único dia.
O refúgio abriga diversas espécies, algumas consideradas raras em outras localidades, proporcionando aos visitantes a oportunidade de observá-las enquanto percorrem lentamente os quilômetros de estradas de cascalho que margeiam os diques dos pântanos. Essas aves, em suas migrações para o norte e sul, alcançam quase todas as partes da metade ocidental do continente. Portanto, o papel desempenhado por este local na conservação das aves norte-americanas é de suma importância.
“O Bear River Migratory Bird Refuge fica no norte de Utah, onde o Bear River deságua no braço nordeste do Grande Lago Salgado. Nas terras ancestrais dos povos Shoshone, Paiute, Bannock e Ute, conhecidas como Newe ou Meme (o Povo), o Refúgio protege os pântanos encontrados na foz do Rio Bear. Cercados por terras áridas desérticas, esses pântanos são o maior componente de água doce do ecossistema do Grande Lago Salgado e são um oásis para aves aquáticas e vida selvagem.”
“O Refúgio fica ao longo da borda leste da rota aérea do Pacífico e da borda oeste da rota aérea central, tornando-o uma importante área de descanso, alimentação e nidificação para pássaros em ambas as rotas aéreas. Das mais de 210 espécies de aves que utilizam o refúgio, 67 espécies nidificam no refúgio. Alfaiates e palafitas americanos nidificam aos milhares ao longo de diques e estradas de refúgio. Os íbis-de-cara-branca nidificam em densa vegetação emergente em grandes colônias de até 10.000 pássaros. Os cisnes-tundra migrantes podem chegar a dezenas de milhares na primavera e no outono. O Refúgio utiliza um sistema complexo de diques e estruturas de controle de água para fornecer diferentes profundidades de água para uma variedade de espécies de aves aquáticas ao longo das estações.”

Always, Rachel: The Letters of Rachel Carson and Dorothy Freeman 1952–1964 An Intimate Portrait of a Remarkable Friendship, Beacon Press, 1995,
O influente livro de Rachel Carson, Primavera Silenciosa, marcou o início do movimento ambiental moderno. Esta coleção singular de cartas trocadas entre Carson e sua vizinha de verão no Maine, Dorothy Freeman, (Dorothy Freeman, 1952-1964 – The Story of a Remarkable Friendship)52 oferece uma visão íntima e fascinante da vida pessoal e dos pensamentos da autora.
Essas cartas revelam a pessoa extraordinária e reservada que Carson era, assim como seu relacionamento com Freeman, sua amiga íntima e amante da natureza durante os últimos anos de sua vida. Através dessa correspondência, é possível compreender não apenas o caráter e a profundidade emocional de Carson, mas também seu intelecto e talento. Como observado por Doris Grumbach em uma resenha do The New York Times, raramente uma coleção de cartas consegue oferecer uma visão tão completa da vida de uma pessoa como estas.
“Correspondência e outros materiais que documentam a estreita amizade entre a ecologista, bióloga e autora Rachel Carson e sua vizinha de verão Dorothy Freeman, desde seu primeiro encontro até a morte de Carson em 1964. Suas cartas retratam em grande detalhe a gênese de sua amizade e do trabalho de Carson, incluindo a concepção, criação e impacto de Silent Spring, que expôs os perigos dos pesticidas. As cartas também discutem detalhes da vida cotidiana, amigos e associados; The Edge of the Sea (que Carson dedicou a Dorothy e seu marido Stan); e a progressão do câncer de mama de Carson (diagnosticado em 1960). A coleção também contém rascunhos iniciais de alguns escritos, discursos e materiais de pesquisa de Carson; alguns dos escritos de Dorothy Freeman, incluindo rascunhos de contos, observações do mundo natural e notas relativas às palestras que ela deu sobre Rachel Carson; e uma variedade de materiais da família Freeman, incluindo cartas escritas por Stanley Freeman, Jr. quando ele era estudante no Bates College (1944-1948) e diários mantidos por Dorothy e seu marido, Stanley Freeman, Sr.
“Organizado em oito séries: I. Cartas de Dorothy Freeman para Rachel Carson (1954-1964); II. Cartas de Rachel Carson para Dorothy Freeman (1952-1964); III. Materiais de Rachel Carson (1937-1982); 4. Materiais de Dorothy Freeman (1927-1991); V. Material da família Freeman (1891-1979); VI. Fotografias (1924-1971); VII. Sempre material Rachel e VIII. Material restrito (1952-1964)”.


Informações Complementares — Ciclo de debates realizado por meio online e transmitida pelo YouTube
O ciclo de debates e o(s) vídeo(s) a seguir, são destinados ao público interessado em conhecer perspectivas e alternativas diante das crises sistêmicas. O debate foi realizado por meio online e transmitida pelo YouTube. As transmissões serão realizadas em língua portuguesa (dublados ou legendados). Em relação ao vídeo, e, para saber mais, e quais foram às fontes utilizadas, estão separados em blocos, onde constam as referências bibliográficas no Canal YouTube. Para saber mais, clicar na seta no canto superior esquerdo.
Como o vídeo YouTube é sempre compartilhado?
Para saber mais, e quais foram às fontes utilizadas no compartilhamento e recursos de vídeos, acessar referências bibliográficas: compartilhar vídeos e canais YouTube.
Qual o fator de para acelerar ou desacelerar um vídeo?
Para controlar como o vídeo é reproduzido, o YouTube oferece um fator de para acelerar ou desacelerar. Para abrir as configurações de vídeo, selecione o botão “Engrenagem/Velocidade da Reprodução” (no canto inferior direito). Depois, clicar e escolher a melhor opção: 0,25 (menor velocidade) e seleção 2 (maior aceleramento).
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Documentário: “A primavera silenciosa de Rachel Carson”
Documentário “A primavera silenciosa de Rachel Carson”, sobre a controvérsia em torno dos pesticidas, gerada pela publicação do livro Primavera Silenciosa | Silent Spring em inglês | em 1962. Rachel Carson era uma bióloga marinha que já havia escrito uma trilogia de muito sucesso sobre os oceanos. Em 1962, seu livro alertava sobre os perigos do DDT e pesticidas em geral, dando início a um modo de interpretar a questão ambiental, que perdura até hoje. O documentário foi ao ar em 1962 na TV nos Estados Unidos.” “A ecologia é a ciência da sobrevivência” (José Lutzenberger). Para saber mais, clicar na seta no canto superior esquerdo.
O texto a seguir torna claro e compreensível o conteúdo didático do Site objeto de pesquisa. Ainda que as informações publicadas estejam em português, é possível encontrar rapidamente o texto original, enquanto se encontram, disponível no(s) link(s) de Acesso: Documentário Primavera Silenciosa | Silent Spring | com Rachel Carson 1962 – ATIVAR LEGENDAS.
“A ecologia é a ciência da sobrevivência” (José Lutzenberger)”
“O Lutz Global estreia esse importante documentário, legendado em português pela integrante da nossa equipe, Sara Rocha Fritz, a quem agradecemos muito o esforço! O tema primordial de Silent Spring abarca a ética ambiental: é o efeito poderoso – e muitas vezes negativo – que os humanos têm no mundo natural. O principal argumento de Carson é que os pesticidas têm efeitos prejudiciais ao meio ambiente; ela diz que esses são mais apropriadamente denominados “biocidas” porque seus efeitos raramente se limitam às pragas-alvo.
O DDT é um excelente exemplo, mas outros pesticidas sintéticos – muitos dos quais estão sujeitos à bioacumulação – são examinados no livro. Carson acusa a indústria química de espalhar intencionalmente a desinformação e os funcionários públicos de aceitar as alegações da indústria de forma acrítica. O livro documentou os efeitos nocivos sobre o meio ambiente – especialmente sobre as aves – do uso indiscriminado de pesticidas.
Carson acusou a indústria química de espalhar desinformação e os funcionários públicos de aceitar as reivindicações da indústria sem questionar. Silent Spring encontrou forte oposição de empresas químicas, que organizaram uma campanha contra a autora. Mas o livro estimulou uma reversão na política nacional de pesticidas, na época; levou a uma proibição nacional do DDT para uso agrícola; e inspirou o Movimento Ambiental que levou à criação da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA). José Lutzenberger – o Lutz Global – foi profundamente influenciado por esse livro. A partir de sua leitura, teve início a sua preocupação com o uso de agrotóxicos, que o levou a uma mudança de vida radical, tornando-se o ambientalista brasileiro que mais combateu esses produtos e um grande defensor da Agroecologia.
Site: https://lutzglobal.com.br
Instagram: / lutz_global
Facebook: / lutzglobal
“A ecologia é a ciência da sobrevivência” (José Lutzenberger)
Live: “Primavera Silenciosa — “Silent Spring” de Rachel Carson: 60 anos de um clássico ambiental”
Primavera Silenciosa— “Silent Spring” de Rachel Carson: 60 anos de um clássico ambiental — Live. Carson pergunta no livro: “O valor supremo é um mundo sem insetos, mesmo que seja um mundo estéril?” Para ela, a humanidade estava em guerra com a natureza e isso precisava mudar com urgência. Para saber mais clicar na seta no canto superior esquerdo.
Primavera Silenciosa— “Silent Spring” de Rachel Carson: 60 anos de um clássico ambiental — Live. Transmitido ao vivo em 7 de dezembro de 2022
Primeiro alerta mundial contra o DDT, contra os agrotóxicos. Live realizada em 07/12/2022. Publicado em fascículos na revista New Yorker nos Estados Unidos em junho de 1962 e em setembro do mesmo ano em livro, foi o primeiro grande alerta em âmbito global sobre os perigos dos agrotóxicos a seres humanos e elementos naturais. O livro também traz uma importante mensagem sobre ética ambiental.
José Luiz de Andrade Franco – Professor no Departamento de História da Universidade de Brasília Currículo: http://lattes.cnpq.br/0168114829646424 Artigo escrito por Juliana e Franco: “De naturalista a militante: a trajetória de Rachel Carson”, na revista Desenvolvimento e meio ambiente, da UFPR, em 2017 Acesso: https://revistas.ufpr.br/made/article…
Bianca Letícia de Almeida – Mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP – possui dissertação de mestrado sobre o livro. Currículo: http://lattes.cnpq.br/4639423192795389 Dissertação de Bianca: https://repositorio.unifesp.br/handle…
Elenita Malta Pereira – Professora de História na Universidade Federal de Rondonópolis, em sua tese de doutorado sobre o José Lutzenberger, tratou a importância do livro para o Lutz. Currículo: http://lattes.cnpq.br/3153957325053957 Tese: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/14…
Palestra: “Rachel Carson e sua contribuição frente aos embates ambientais de nosso tempo”
Por uma Sonora Primavera! Palestra ´´Rachel Carson e sua contribuição frente aos embates ambientais de nosso tempo´´com a prof. Larissa Bombardi, Geografia-USP. Instituto de Biociências da USP
O lançamento do livro Primavera Silenciosa é tido como o marco inicial do movimento ambientalista moderno no mundo.
Rachel Carson é um retrato íntimo da mulher cujos livros inovadores revolucionaram nossa relação com o mundo natural.
Em 1962, “Silent Spring” de Rachel Carson destacou os perigos do uso generalizado de pesticidas sintéticos.
Livros sobre Rachel Carson
Esta lista não é inclusiva, mas apresenta alguns dos estudos mais recentes sobre Rachel Carson. Você provavelmente encontrará esses títulos em sua livraria local, biblioteca pública, biblioteca universitária ou loja online de livros. Para acessar o texto completo de “Livros sobre Rachel Carson“, basta clicar no ícone localizado no canto superior esquerdo e expandir o conteúdo oculto dentro do ‘accordion’, explorando-o em detalhes.
O texto a seguir torna claro e compreensível o conteúdo didático do Site objeto de pesquisa. Ainda que as informações publicadas estejam em português, é possível encontrar rapidamente o texto original, enquanto se encontram, disponível no Link de Acesso: RachelCarson.org. Todos os direitos reservados: LindaLear.com
Livros sobre Rachel Carson
Esta lista não é inclusiva, mas representa os estudos mais recentes sobre Rachel Carson. Sua livraria local, biblioteca pública, biblioteca universitária ou livraria on-line provavelmente terá esses títulos. Todos estão impressos e oferecem edições em brochura. Entre em contato conosco para adicionar seu trabalho à lista.
Rachel Carson: Testemunha da Natureza
Autor: Linda Lear
Brochura: 688 páginas
Editora: Houghton Mifflin Harcourt; Edição reimpressa (1º de abril de 2009)
Publicado originalmente: 1997
ISBN-10: 0547238231
ISBN-13: 978-0547238234

Silent Spring, de Rachel Carson, publicado em 1962, fez mais do que qualquer outra publicação para alertar o mundo sobre os perigos do envenenamento ambiental e para inspirar um poderoso movimento social que alteraria o curso da história americana. Esta biografia definitiva e abrangente mostra as origens da dedicação feroz de Carson às ciências naturais – e conta a dramática história de como Carson, já um famoso escritor sobre natureza, tornou-se um reformador brilhante, embora relutante. Baseando-se no acesso sem precedentes a fontes e entrevistas, Lear explora com maestria as raízes da poderosa ligação de Carson com o mundo natural, elaborando um “belo retrato do ambientalista como ser humano” (Smithsonian). Comprar Agora.

Sempre, Rachel: As Cartas de Rachel Carson e Dorothy Freeman, 1952-1964
Autor: Rachel Carson & Dorothy Freeman
Série: Concord Library
Capa dura: 640 páginas
Editora: Beacon Press; Primeira edição (28 de fevereiro de 1994)
Publicada originalmente: 1994
ISBN-10: 0807070106
ISBN-13: 978-0807070109
Rachel Carson (1907-1964), autora de The Silent Spring, é celebrada como a pioneira do movimento ambientalista moderno. Embora não tenha escrito nenhuma autobiografia, ela deixou cartas, e as trocou, às vezes diariamente, com Dorothy Freeman. As 750 cartas coletadas aqui são talvez mais satisfatórias do que teria sido um relato de sua própria vida. Em 1953, Carson tornou-se vizinho de verão de Freeman em Southport Island, Maine. Os dois descobriram um amor compartilhado pelo mundo natural. Suas descrições da chegada da primavera ou do canto de um tordo eremita são líricas e sua amizade floresceu rapidamente, à medida que cada um percebeu que havia encontrado no outro uma alma gêmea. Ler esta coleção é como escutar uma longa conversa que mistura os acontecimentos mundanos da vida familiar das duas mulheres com detalhes da pesquisa e da escrita de Carson e, mais tarde, do seu câncer de mama. Os leitores inevitavelmente se perguntarão sobre a natureza do relacionamento das mulheres; a editora Martha Freeman, neta de Dorothy, acredita que a cautela inicial dos correspondentes em relação ao tom francamente romântico de suas cartas os levou a destruir algumas. Quer o relacionamento fosse sexual, a amizade deles era profundamente amorosa, e a leitura de suas cartas deixa uma sensação de admiração por eles se sentirem tão livres para se darem esse presente. “Nunca se esqueça, querido, o quão profundamente eu amei você todos esses anos”, escreveu Carson menos de um ano antes de sua morte. E se, como Carson acreditava, “a imortalidade através da memória é real”, poucos dos que lerem estas cartas esquecerão estas mulheres notáveis e a sua ligação ainda mais notável. Fotos. 25.000 primeiras impressões. Direitos autorais 1995 Reed Business Information, Inc. Comprar Agora.
Caminhada noturna até o mar: uma história sobre Rachel Carson, protetora da Terra
Autor: Deborah Wiles
Brochura: 40 páginas
Editora: Schwartz & Wade; Edição ilustrada
publicada originalmente: 15 de setembro de 2020
ISBN-10: 1524701475
ISBN-13: 978-1524701475

Este luminoso livro ilustrado de um autor premiado e ilustrador aclamado é a ferramenta perfeita para discutir a importância do mundo natural com crianças pequenas, bem como apresentá-las à ativista ambiental Rachel Carson. Comprar agora

Rachel Carson: a escritora em ação
Autor: Paul Brooks
Brochura: 368 páginas
Editora: Sierra Club Books for Children (outubro de 1998)
Publicado originalmente: 1 de outubro de 1998
ISBN-10: 1578050170
ISBN-13: 978-1578050178
Rachel Carson é a ambientalista mais importante do século XX. Sua Silent Spring, publicada em 1962, mudou o curso da história. Aqui está um retrato íntimo deste notável escritor, que nos ensinou o significado da ecologia. Com base em seus escritos, nas lembranças de seus amigos mais próximos e em sua longa associação com ela, Brooks criou um perfil único que mostra como Carson foi capaz de fundir duas paixões aparentemente divergentes – pela literatura e pela ciência – para escrever alguns de seus escritos. os livros mais importantes do nosso tempo: não apenas Silent Spring, mas The Sea Around Us, The Edge of the Sea e A Sense of Wonder. Um retrato único, incluindo trechos dos escritos publicados e não publicados de Carson e reminiscências de amigos e colegas. Comprar agora
O Subversivo Gentil: Rachel Carson, Primavera Silenciosa e a Ascensão do Movimento Ambiental
(Novas Narrativas na História Americana)
Autor: Mark H. Lytle
Brochura: 288 páginas
Editora: Oxford University Press; 1 edição (31 de julho de 2007)
Publicado originalmente: 2007
ISBN-10: 0195172477
ISBN-13: 978-0195172478

Lytle explora a evolução das ideias de Carson sobre a natureza, o seu amor pelo mar, a sua carreira como bióloga e, acima de tudo, a sua emergência como escritora de extraordinária visão moral e ecológica. Acompanhamos Carson desde a sua infância numa quinta nos arredores de Pittsburgh, onde desenvolveu pela primeira vez o seu amor pela natureza (e onde, aos onze anos, publicou o seu primeiro artigo numa revista infantil), até ao seu trabalho de pós-graduação na Johns Hopkins e à sua carreira com o Serviço de Pesca e Vida Selvagem. Lytle descreve a gênese de seu primeiro livro, Under the Sea-Wind, o incrível sucesso de The Sea Around Us (best-seller do New York Times há mais de um ano) e sua determinação em arriscar sua fama para escrever seu “livro venenoso”. “: Primavera Silenciosa. A autora afirma que, apesar do comportamento recatado e feminino de Carson, ela era subversiva em seu pensamento e agressiva em sua campanha contra os pesticidas. Carson tornou-se porta-voz de uma rede de conservacionistas, cientistas, mulheres e outros cidadãos preocupados que passaram a temer os perigos crescentes do ataque humano à natureza. O que torna esta história particularmente convincente é que Carson assumiu esta causa no exato momento em que ela mesma enfrentava uma batalha perdida contra o câncer. Comprar agora

Coragem pela Terra: Escritores, Cientistas e Ativistas Celebram a Vida e a Escrita de Rachel Carson
Autor: Peter Matthiessen (Editor)
Brochura: 208 páginas
Editora: Mariner Books (22 de abril de 2007)
Publicado originalmente: 2007
ISBN-10: 0618872760
ISBN-13: 978-0618872763
Para tempos ambientalmente críticos, Courage for the Earth é uma apreciação centenária da vida corajosa e da escrita transformadora
de Rachel Carson. Os livros líricos e populares de Carson sobre o mar, incluindo seu best-seller The Sea Around Us , estabeleceram um padrão para a escrita sobre a natureza. No final da década de 1950, Carson era o escritor científico mais respeitado da América.
Ela completou Silent Spring (1962) contra formidáveis adversidades pessoais e, com isso, moldou um movimento social que alterou o curso da história. Em Silent Spring , Carson afirmou que “o direito do cidadão de estar seguro em sua própria casa contra a intrusão de venenos aplicados por outras pessoas” deve certamente ser um direito humano básico. Ela foi a primeira a desafiar a vacuidade moral de um governo que se recusou a assumir a responsabilidade ou a reconhecer provas de danos ambientais.
Neste volume, os principais cientistas e escritores da atualidade fornecem provas convincentes de que as percepções transformadoras de Carson – a sua coragem pela terra – estão a dar a uma nova geração de ativistas a inspiração necessária para levar os consumidores, a indústria e o governo a agir. Comprar agora
Rachel Carson: Legado e Desafio (Série SUNY em Filosofia e Ética Ambiental)
Autor: Lisa Sideris
Brochura: 298 páginas
Editora: State University of New York Press (8 de maio de 2008)
Publicado originalmente: 2008
ISBN-10: 0791474720
ISBN-13: 978-0791474723

Muito antes de Rachel Carson se tornar sinônimo de ativismo ambiental, ela era uma escritora sobre natureza e ciência, escrevendo The Sense of Wonder para crianças e três livros sobre o oceano e seus habitantes – incluindo o best-seller The Sea Around Us. Baseada solidamente na ciência e escrita numa bela prosa, a obra de Carson lançou um desafio prático e moral aos seus leitores: Podemos encontrar uma maneira de viver na Terra com cuidado e respeito? Em Rachel Carson, o primeiro livro a oferecer um tratamento sustentado de seu trabalho antes de Silent Spring, as editoras Lisa H. Sideris e Kathleen Dean Moore reúnem dezessete escritores, ativistas e acadêmicos de diversas disciplinas para descobrir os muitos lados de Rachel. Carson. Enfatizando seu entusiasmo pelo mundo natural e a profundidade de seus escritos, os colaboradores examinam seus livros, discursos, ensaios e as cartas que ela escreveu enquanto se preparava para morrer. Um testemunho da influência contínua de Carson no pensamento ambiental, este volume é para todos que se preocupam em encontrar maneiras de viver de forma sustentável na Terra. Comprar agora

DDT, Primavera Silenciosa e a Ascensão do Ambientalismo: Textos Clássicos
Autor: Thomas R Dunlap
Brochura: 160 páginas
Editora: University of Washington Press (20 de agosto de 2008)
Publicado originalmente: 1 de janeiro de 2008
ISBN-10: 9780295988344
ISBN-13: 978-0295988344
Nenhum evento desempenhou um papel maior no nascimento do ambientalismo moderno do que a publicação de Silent Spring, de Rachel Carson, e seu ataque aos inseticidas. Os documentos recolhidos por Thomas Dunlap traçam mudanças de atitudes em relação ao DDT e aos pesticidas em geral através de uma variedade de fontes: excertos de estudos científicos e relatórios governamentais, anúncios de jornais da indústria, artigos de revistas populares e a famosa “Fable for Tomorrow” de Silent Spring. .
Começando com as atitudes em relação à natureza na virada do século XX, o livro aborda o uso e a regulamentação inicial de pesticidas; a introdução e o sucesso inicial do DDT; a descoberta dos seus efeitos ambientais; e o alvoroço por causa da Primavera Silenciosa. Termina com debates recentes sobre o DDT como uma solução potencial para a malária em África. Comprar agora
Compreendendo Silent Spring de Rachel Carson (palavras que mudaram o mundo)
Autor: Alex Macgillivray
Brochura: 128 páginas
Editora: Rosen Publishing Group (15 de agosto de 2010)
Publicado originalmente: 2010
ISBN-10: 144881670X
ISBN-13: 978-1448816705

Com a nossa “revolução verde” se preparando em todas as frentes, não poderia haver livro mais oportuno do que Entendendo Primavera Silenciosa, de Rachel Carson. Escrito numa época em que a escrita científica e a literatura não se combinavam e quando as pessoas não se importavam nem pensavam no ambiente, nos poluentes ou na preservação dos recursos naturais, Primavera Silenciosa não só expôs os perigos dos pesticidas, mas tornou-se um dos manifestos mais influentes. sobre questões ambientais. Este livro explora o contexto histórico de Silent Spring e sua influência e repercussões no mundo. Comprar agora

Como a ‘Primavera Silenciosa’ acendeu o movimento ambientalista
[Trecho] Em 4 de junho de 1963, menos de um ano após a publicação do polêmico clássico ambiental Silent Spring, sua autora, Rachel Carson, testemunhou perante um subcomitê do Senado sobre pesticidas. Ela tinha 56 anos e estava morrendo de câncer de mama. Ela não contou a quase ninguém. Ela já havia sobrevivido a uma mastectomia radical. Sua pélvis estava tão cheia de fraturas que era quase impossível para ela caminhar até seu assento à mesa de madeira diante do painel do Congresso. Para esconder a calvície, ela usou uma peruca marrom escura.
“De vez em quando, na história da humanidade, aparece um livro que alterou substancialmente o curso da história”, disse na época o senador Ernest Gruening, um democrata do Alasca, a Carson.
Primavera Silenciosa Revisitada
Autor: Conor Jameson
Brochura: 352 páginas
Editora: A&C Black; Edição reimpressa (6 de junho de 2013)
Publicado originalmente: 1 de janeiro de 2012
ISBN-10: 1408194074
ISBN-13: 978-1408194072 Comprar agora

Diz-se que a cientista e autora americana Rachel Carson desencadeou o movimento ambientalista moderno com a publicação de Silent Spring em 1962. Ela tornou vívida a perspectiva de vida sem o canto dos pássaros. Mas será que seu aviso foi atendido?
Cinquenta anos depois, Conor Mark Jameson reflete sobre o crescimento do ambientalismo desde a publicação de Primavera Silenciosa. A sua história reveladora e envolvente traça eventos marcantes na conservação, na cultura popular e na história política nas Ilhas Britânicas e mais além, traçando um caminho ao longo de meio século desde a “hora zero” de 1962.
Em torno disto ele tece as suas próprias observações e experiências pessoais tocantes, procurando para responder à pergunta: o que aconteceu com os pássaros e com o canto dos pássaros, e por que isso importa? Comprar agora

Em uma costa mais distante: a vida e o legado de Rachel Carson, autora de Silent Spring
Autor: William Souder
Brochura: 520 páginas
Editora: Broadway Books (3 de setembro de 2013)
Publicado originalmente: 2012
ISBN-10: 0307462218
ISBN-13: 978-0307462213
Rachel Carson amava o oceano e escreveu três livros sobre seus mistérios. Mas foi com o seu quarto livro, Silent Spring, que esta modesta bióloga transformou a nossa relação com o mundo natural. Silent Spring foi uma acusação assustadora ao DDT e outros pesticidas que até então eram aclamados como seguros e maravilhosamente eficazes. Foi Carson quem examinou todas as evidências, documentando com alarmante clareza os danos colaterais causados a peixes, pássaros e outros animais selvagens; revelando que os efeitos destes novos produtos químicos são duradouros, generalizados e letais. Silent Spring chocou o público e forçou o governo a agir, apesar do ataque fulminante a Carson por parte da indústria química. Despertou o mundo para a contaminação descuidada do ambiente e acabou por levar ao estabelecimento da EPA e à proibição do DDT. Ao traçar paralelos assustadores entre produtos químicos perigosos e as consequências então generalizadas dos testes nucleares, Carson abriu uma linha divisória entre o ideal suave de conservação e o novo conceito mais urgente de ambientalismo.
Elegantemente escrito e meticulosamente pesquisado, On a Farther Shore revela uma mulher tímida, mas apaixonada, mais à vontade no mundo natural do que no mundo literário que a abraçou. William Souder também escreve com sensibilidade sobre a amizade romântica de Carson com Dorothy Freeman e sobre a morte de Carson por câncer em 1964. Esta extraordinária nova biografia captura a essência de um dos grandes reformadores do século XX. Comprar agora
Primavera silenciosa de Carson: um guia do leitor
Autor: Joni Seager
Brochura: 232 páginas
Editora: Bloomsbury Academic (23 de outubro de 2014)
Publicado originalmente: 28 de agosto de 2014
ISBN-10: 1441130667
ISBN-13: 978-1441130662

A Primavera Silenciosa
Este livro fornece a primeira análise aprofundada, contextualização e visão geral de Silent Spring, uma obra crítica na história do ambientalismo, examinando o seu impacto duradouro no movimento ambientalista nos últimos cinquenta anos. Comprar agora

Rachel Carson e suas irmãs: mulheres extraordinárias que moldaram o meio ambiente da América
Autor: Robert K Musil
Brochura: 328 páginas
Editora: Rutgers University Press; Primeira edição em brochura (15 de setembro de 2015)
Publicado originalmente: 2014
ISBN-10: 0813576210
ISBN-13: 978-0813576213
Em Rachel Carson e suas irmãs, Robert K. Musil redefine as conquistas e o legado da pioneira ambiental e cientista Rachel Carson, vinculando seu trabalho a uma ampla rede de mulheres ativistas e escritoras americanas e apresentando-a a um público novo e contemporâneo. Rachel Carson foi a primeira americana a combinar duas vertentes antigas, mas distintas, do ambientalismo americano – o amor pela natureza e a preocupação com a saúde humana. Amplamente conhecida por seu best-seller de 1962, Primavera Silenciosa, Carson é frequentemente vista hoje como uma “grande mulher” solitária cujo trabalho, sozinho, lançou um movimento ambientalista moderno. Mas, como demonstra Musil, o trabalho da vida de Carson baseou-se e foi apoiado por movimentos já existentes, muitos deles liderados por mulheres, na conservação e na saúde pública.
No quinquagésimo aniversário de sua morte, este livro ajuda a destacar o legado ambiental duradouro de Carson e dá vida às conquistas de mulheres escritoras e defensoras, como Ellen Swallow Richards, Dra. Alice Hamilton, Terry Tempest Williams, Sandra Steingraber, Devra Davis e Theo. Colborn, que superaram obstáculos para construir e liderar o moderno movimento ambientalista americano. Comprar agora. RachelCarson.org
Nota de Errata e Atualização:
Nota de Errata e Atualização: Embora Rachel Carson tenha sido a principal precursora do conceito de Ecocídio com sua obra Primavera Silenciosa (1962), a pesquisa histórica e acadêmica atual confirma que o termo “ecocídio” foi formalmente cunhado pelo biólogo Arthur W. Galston em 1970, no contexto da Guerra do Vietnã. Pedimos desculpas pela imprecisão anterior e valorizamos o papel de Carson como pioneira da justiça ambiental.
Bibliografia Técnica
- Rachel Carson (nascida em 27 de maio de 1907, Springdale, Pensilvânia, EUA – falecida em 14 de abril de 1964, Silver Spring, Maryland) foi uma bióloga americana conhecida por seus escritos sobre poluição ambiental e a história natural do mar. Carson cedo desenvolveu um profundo interesse pelo mundo natural. Ela ingressou no Pennsylvania College for Women com a intenção de se tornar escritora, mas logo mudou sua principal área de estudo do inglês para a biologia. Depois de se formar em 1929, ela fez pós-graduação na Universidade Johns Hopkins (MA, 1932) e em 1931 ingressou no corpo docente da Universidade de Maryland, onde lecionou por cinco anos. De 1929 a 1936 ela também lecionou na escola de verão da Johns Hopkins e fez pós-graduação no Laboratório de Biologia Marinha em Woods Hole, Massachusetts. Fonte: Encyclopedia Britannica. ↩︎
- “Publicado em fascículos na revista New Yorker nos Estados Unidos em junho de 1962 e em setembro do mesmo ano em livro, foi o primeiro grande alerta em âmbito global sobre os perigos dos agrotóxicos a seres humanos e elementos naturais. O livro também traz uma importante mensagem sobre ética ambiental. Carson pergunta no livro: “O valor supremo é um mundo sem insetos, mesmo que seja um mundo estéril?” Para ela, a humanidade estava em guerra com a natureza e isso precisava mudar com urgência. Transmitido ao vivo pelo YouTube em 7 de dezembro de 2022 60 anos de Primavera Silenciosa | Silent Spring | Livro clássico ambiental escrito pela bióloga estadunidense Rachel Carson está fazendo 60 anos em 2022. Primeiro alerta mundial contra o DDT, contra os agrotóxicos.” ↩︎
- Mulheres americanas no debate da conservação ambiental: Kimberly Komatsu, Maya Lin, Florence Augusta Merriam Bailey, Julie Packard, Lisa Stevens, e a autora Marjory Stoneman Douglas.Para aprofundar a compreensão sobre este assunto, é recomendado acessar: Museu Smithsonian de História da Mulher Americana. As informações deste texto foram atualizadas até a data de publicação. ↩︎
- Carson morreu de câncer de mama apenas 18 meses após a publicação de Primavera Silenciosa. “Seis anos após sua morte, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) foi criada para proteger a saúde humana e o meio ambiente. O governo aprovou leis e regulamentos para limitar, e por vezes proibir, os produtos químicos sobre os quais ela alertou.” ↩︎
- Rachel Louise Carson: Nascido: 27 de maio de 1907 em Springdale, Pensilvânia. Morreu: 14 de abril de 1964 em Silver Spring, Maryland ↩︎
- “O Mar à Nossa Volta” (“The Edge of the Sea” em inglês) é um livro da bióloga marinha e escritora americana Rachel Carson, publicado em 1955, que explora os ecossistemas das regiões costeiras, detalhando a vida em piscinas naturais, praias e recifes de coral com uma escrita poética e lírica. É a terceira e última obra da “Trilogia do Mar” de Carson, precedida por “The Sea Around Us” (1951) e “Under the Sea-Wind” (1941). ↩︎
- BEIRA-MAR: REFLEXÕES SOBRE AS GEOGRAFIAS PRESENTES NAS PESQUISAS DE RACHEL CARSON. Disponível em: https://acrobat.adobe.com/id/urn:aaid:sc:US:46710e63-505b-4456-916d-50f1d75dd009 ↩︎
- “Se vivesse hoje, o naturalista e político José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) provavelmente ficaria abalado com as enormes e constantes queimadas na Amazônia e no Pantanal. Dois séculos antes das imagens da vegetação em chamas e animais carbonizados que correm o mundo, o Patriarca da Independência já manifestava indignação contra a degradação ambiental inaugurada no Brasil Colônia, baseada no extrativismo predatório. “Destruir matos virgens, como até agora se tem praticado no Brasil, é extravagância insofrível, crime horrendo e grande insulto feito à natureza”, escreveu em 1821, um ano antes de participar do movimento da Independência ao lado de dom Pedro I.” Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/raizes-do-ambientalismo/ ↩︎
- Foram utilizados os seguintes links na condução da pesquisa: 1) Primavera Silenciosa: uma resenha. Raquel Saccomani – UNIFIA. Luis Fernando Bartolomeu Marchi – UNIFIA. Rosely Alvim Sanches. Para obter informações adicionais (Documento PDF): Portal.unisepe.com.br › unifia › wp-contentPRIMAVERA SILENCIOSA: uma resenha Raquel Saccomani UNIFIA … 2) Karen F. Stein Universidade de Rhode Island, Kingston. Para obter informações adicionais (Livro): Rachel Carson – Springer. 3) Para obter informações adicionais (Livro): Primavera Silenciosa | Amazon.com.br. 4) Primavera Silenciosa e o nascimento do ambientalismo moderno. National Geographic Espanha. Para obter informações adicionais (Site):
www.nationalgeographic.com.es › medio-ambiente › queDe qué trata “Primavera Silenciosa”, el libro que aparece en … ↩︎ - “Na década dos anos quarenta, ainda com poucos produtos à venda, o comércio e uso dos então defensivos-agrícolas (atualmente agrotóxicos) era insipiente no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, eram conhecidos por pesticides (pesticidas). Não existia legislação efetiva sobre a matéria, especialmente no que concerne o controle de compra e uso. Este fato era verdadeiro para todo o mundo. Em 1947, deu-se uma descoberta extraordinária: a ação inseticida da molécula C14 H9 Cl5 (dicloro-difenil-tricloroetano, nome técnico DDT), pelo químico suíço Paul Hermann Müller (1889-1965), que registrou a patente na Suíça e revolucionou o controle de insetos-praga. O DDT foi usado inicialmente como arma de proteção dos soldados norte-americanos na Segunda Guerra Mundial, sobretudo nos cenários enlameados das batalhas do Sul do Pacífico, onde a malária e os mosquitos matavam mais do que armas inimigas. Após o seu sucesso na guerra, o DDT passou a ser utilizado na agricultura, em ambientes domésticos e em campanhas sanitárias, com extraordinário sucesso, em todos os casos, em todo o mundo! O DDT, mostrava-se atóxico ao homem, aos animais domésticos, possuía odor perfeitamente tolerável e era de baixo custo. Com esse produto, a malária, o tifo, a filariose linfática e outras endemias foram erradicas em muitos lugares do mundo. O DDT possuía elevado efeito residual, ou seja, depois de aplicado continuava efetivo no local por muitas décadas! Pela descoberta, P.M. Müller ganhou o Prêmio Nobel de Fisiologia & Medicina, em 1948.” Autor: Romero Marinho de Moura (APC caderia #04) ↩︎
- “Este discurso ao Women’s National Press Club (dezembro de 1962) é uma das declarações mais importantes de Carson após a publicação de Silent Spring e o início da feroz reação da indústria contra ela. Como Silent Spring , seu discurso pode ser lido como um manifesto democrático na longa tradição de Thoreau, Harriet Beecher Stowe até Martin Luther King Jr. Carson ousa sugerir aqui que “lucro e produção” podem ser motivos que tornariam a indústria e os funcionários do governo mentir ao público sobre o que estava a ser feito ao ambiente e a todo o tecido da vida.
Esta foi uma ideia surpreendente na Guerra Fria. Tal como aqueles que vieram antes dela, Carson, como indivíduo, estava a empurrar o regresso ao poder e, ao fazê-lo, estava a declarar que os direitos ambientais também eram direitos humanos. — Linda Lear, Setembro de 2012.” Fonte: Silent Spring: como Rachel Carson respondeu à reação da indústria ↩︎ - Para obter informações adicionais sobre a degradação ambiental, recomendamos acessar as diversas publicações disponíveis no Jornal da USP. ↩︎
- “ECOSSISTEMA é o termo utilizado para definir um grupo de seres que habitam em um determinado local, as relações entre eles, e a interação destas comunidades com o ambiente em que vivem. Dois pontos são fundamentais para compreensão desse conceito: 1. Ecossistema representa unidades ou sistemas ambientais ecologicamente estáveis e autossuficientes. 2. Ecossistema é formado por fatores bióticos e abióticos. Fonte: Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística | Portal de Educação Ambiental.” ↩︎
- Comitê de Prêmios do Prêmio Rachel Carson. O Prêmio Rachel Carson foi iniciado em Stavanger, Noruega, em 1991 e é um prêmio ambiental em memória de Rachel Carson (1907-1964). A bióloga e autora marinha americana é considerada a «mãe» do movimento ambientalista moderno, sobretudo devido ao seu livro histórico «Silent Spring» de 1962. O prémio é atribuído de dois em dois anos a uma mulher que se tenha distinguido em destaque. trabalhar para o meio ambiente, na Noruega ou internacionalmente. É composto por uma quantia em dinheiro – atualmente NOK 50 000 – e pela estatueta «Skarven» – «O Corvo-marinho» – feita pela artista Irma Bruun Hodne (1919-2011). fONTE: A Fundação Europeia para o Ambiente – EEF visa promover o diálogo entre todas as disciplinas da política sustentável. Dá impulsos e estimula um intercâmbio exploratório, facilitador de políticas, gerador de confiança, promotor da comunicação, na Europa e no mundo. ↩︎
- A Medalha Presidencial da Liberdade (The Presidential Medal of Freedom) é a “mais alta honraria civil da Nação, concedida a indivíduos que fizeram contribuições especialmente meritórias à segurança ou aos interesses nacionais dos Estados Unidos, à paz mundial ou a empreendimentos culturais ou outros empreendimentos públicos ou privados significativos. Os prêmios serão entregues na Casa Branca no dia 22 de novembro.” “A Medalha Presidencial da Liberdade não é apenas a mais alta honraria civil da nossa nação – é um tributo à ideia de que todos nós, não importa de onde viemos, temos a oportunidade de mudar este país para melhor. De cientistas, filantropos e de servidores públicos a ativistas, atletas e artistas, esses 21 indivíduos ajudaram a impulsionar os Estados Unidos, inspirando milhões de pessoas em todo o mundo ao longo do caminho.” Presidente Obama ↩︎
- Romero Marinho De Moura. Cadeira 04 (Efetivo) – Membro da APC desde 1978. Engenheiro agrônomo pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), (1965). “Mestre em Fitopatologia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (ESALQ) da Universidade de São Paulo (USP), (1967).PhD em Plant Pathology pela North Carolina State University (NCSU), (1974). Pelo desempenho acadêmico, recebeu medalha de ouro e se tornou membro da Sociedade Gama Sigma Delta, Sociedade de Honra da Agricultura dos Estados Unidos, (1974). Pós-doutorado em Plant Pathology and Plant Nematology, como Fullbright Scholar, na University of Georgia (UGA), em Athens, Georgia, (USA), (1991-1993). Pesquisador do Instituto de Pesquisas Agronômicas (IPA), em Recife, Pernambuco (1966-1970). Professor Titular de Fitopatologia da UFRPE (1968- 2003). Pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UFRPE por dois mandatos consecutivos (1983-1987 e 1988-1991). Coordenador do Comitê Regional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação do Norte e Nordeste (1988) e mais tarde vice-presidente da Representação Nacional dos Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação (1990).” Fonte: Academia Pernambucana de Ciências – APC. ↩︎
- “Veja o artigo em seu contexto original de 16 de abril de 1964, página 36 Comprar reimpressões. Os assinantes do New York Times* desfrutam de acesso total ao TimesMachine – veja mais de 150 anos de jornalismo do New York Times, ↩︎
- “Para homenagear Rachel Carson no centenário de seu nascimento em 2007, a Penguin Classics publicou orgulhosamente uma edição centenária de Under the Sea-Wind, o primeiro livro de Carson e seu favorito pessoal. Apresentando uma nova introdução da biógrafa de Carson, Linda Lear, esta edição inclui os belos desenhos de Howard Frech desde a primeira edição (1941). Under the Sea-Wind leva você para baixo das ondas com o mesmo tipo de intimidade e admiração que fez dos documentários “Migração Alada” e “Marcha dos Pinguins” obras-primas de imersão na natureza. Este foi o livro que primeiro estabeleceu Carson como talvez o nosso observador mais presciente e influente do mundo natural. Rachel Carson – ambientalista pioneira e autora de Silent Spring – abre nossos olhos para as maravilhas do mundo natural em seu hino inovador ao mar. Celebrando o mistério e a beleza dos pássaros e das criaturas marinhas em seu habitat natural, Under the Sea-Wind — o primeiro livro de Rachel Carson e seu favorito — é a obra-prima de um dos maiores escritores sobre natureza da América. Evocando o mistério e a beleza especiais da costa e do mar aberto – as suas vistas ilimitadas e as profundezas do crepúsculo – o retrato surpreendentemente íntimo e inesquecível de Carson capta as delicadas negociações de uma ecologia engenhosamente calibrada. Por mais de setenta anos, a Penguin tem sido a principal editora de literatura clássica no mundo de língua inglesa. Com mais de 1.800 títulos, a Penguin Classics representa uma estante global das melhores obras ao longo da história e de vários gêneros e disciplinas. Os leitores confiam na série para fornecer textos confiáveis, aprimorados por introduções e notas de ilustres estudiosos e autores contemporâneos, bem como traduções atualizadas de tradutores premiados.” Fonte: Books By Rachel Carson & Amazon ↩︎
- The Sea Around Us é “baseado em evidências geográficas e oceanográficas pós-Segunda Guerra Mundial da vida e do trabalho do mar. É um estudo dos processos que formaram a Terra, a Lua e os oceanos. Ganhou o National Book Award em 1952 e fez de Carson uma voz internacional para a compreensão pública da ciência. Publicado originalmente em 1951, The Sea Around Us é um dos livros mais influentes já escritos sobre o mundo natural. A capacidade de Rachel Carson de combinar visão científica com prosa poética catapultou seu livro para o topo da lista de mais vendidos do The New York Times , onde permaneceu por mais de um ano e meio. O Mar que nos rodeia permanece tão vivo hoje como quando apareceu pela primeira vez, há mais de seis décadas. A genialidade de Carson em evocar o poder e a primazia das massas de água do mundo, combinando o cósmico e o íntimo, permanece quase incomparável: a Terra recém-formada esfriando sob um céu infinitamente nublado; os séculos de chuvas ininterruptas que criaram os oceanos; lulas gigantes lutando contra cachalotes centenas de braças abaixo da superfície; a força das marés movimentando 100 bilhões de toneladas de água diariamente apenas em uma baía; as ondas sísmicas conhecidas como tsunamis que periodicamente nos lembram o poder esmagadoramente destrutivo dos oceanos. Os mares sustentam a vida humana e a colocam em perigo. Hoje, com os oceanos ameaçados pelo despejo de resíduos médicos e por desastres ecológicos como o derramamento de petróleo da Exxon no Alasca, a morte gradual da Grande Barreira de Corais e o derretimento das calotas polares, o livro de Carson fornece um lembrete oportuno de ambos. a fragilidade e a centralidade do oceano e da vida que nele abunda. Quem ama o mar, ou se preocupa com o nosso ambiente natural, vai querer ler, ou relê-lo, esta obra clássica.” Fonte: Books By Rachel Carson & Amazon ↩︎
- John Burroughs (1837-1921) “foi um dos autores mais populares de sua época e é responsável pela criação do ensaio sobre a natureza moderna. Usando uma prosa de fácil compreensão, ele descreveu a natureza familiar e local, trazendo o mundo natural aos seus leitores. Ele os encorajou na arte da observação, compartilhando um senso de lugar e propósito na terra. Burroughs escreveu mais de trezentos artigos publicados nas principais revistas e em 27 livros ao longo de sessenta anos. Através dos seus escritos e amizades com líderes influentes, ele teve um impacto profundo nos movimentos conservacionistas emergentes.” ↩︎
- A Sociedade Zoológica de Nova York (NYZS) foi “fundada em 1895. Seus fundadores foram Andrew H. Green, planejador de algumas das instituições culturais mais importantes da cidade de Nova York; Henry Fairfield Osborn, professor e curador do Museu Americano de História Natural; e Madison Grant, advogada e conservacionista. Os dois últimos eram membros do Boone and Crockett Club, um grupo de caçadores e conservacionistas fundado pelo colega naturalista nova-iorquino Theodore Roosevelt. Desde o início, esta influente coligação dedicou-se aos três “objectivos da sociedade”, delineados no primeiro Relatório Anual de 1897.” ↩︎
- A missão da National Book Foundation é “celebrar a melhor literatura publicada nos Estados Unidos, expandir seu público e garantir que os livros tenham um lugar de destaque em nossa cultura.” ↩︎
- Ann Haymond Zwinger, “notável autora e naturalista, nasceu em 12 de março de 1925 em Muncie, Indiana, filha de William T. Haymond, advogado, e Helen G. Haymond, artista. Ela foi uma palestrante e professora muito procurada, muitas vezes servindo como modelo e mentora para jovens em todo o país. Ela lecionou no Colorado College, Carleton College, Smith College e em muitos outros locais, inspirando outras pessoas a se aventurarem na natureza, observarem cuidadosamente e escreverem sobre isso. Ao fazer isso, Ann recebeu títulos honorários do Colorado College, Carleton College e da Universidade do Colorado. Wellesley College concedeu-lhe o Alumnae Achievement Award em 1977.” Zwinger morreu em 30 de agosto de 2014 em Portland, Oregon. ↩︎
- Publicado originalmente em 1951, The Sea Around Us é “um dos livros mais influentes já escritos sobre o mundo natural. A capacidade de Rachel Carson de combinar visão científica com prosa poética catapultou seu livro para o topo da lista de mais vendidos do The New York Times , onde permaneceu por mais de um ano e meio. No final das contas, vendeu bem mais de um milhão de cópias, foi traduzido para 28 idiomas, inspirou um documentário vencedor do Oscar e ganhou o National Book Award e a Medalha John Burroughs.” ↩︎
- Rachel Carson (1907-1964): A defesa e o amor pela natureza. Parágrafo: “The Edge of the
Sea, foi publicado em 1955, P.10. Bianca Letícia de Almeida. Mestranda em História pela
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com bolsa CAPES. O terceiro livro ganhou o nome The Edge of the Sea, foi publicado em 1955 e virou também um best-seller. Entre as críticas estava o apontamento de que o livro não só falava de preservação objetiva, mas era repleto de poesia e sentimento em relação a natureza. Infelizmente, não só de momentos felizes Carson viveu naqueles anos. Em 1957, sua sobrinha Marjorie faleceu deixando seu filho Roger de cinco anos, com quem teve com um homem casado, para Rachel cuidar. Como Brooks apontou, aos 50 anos Rachel virou mãe, além de ter que cuidar de Maria que com os seus 80 anos requeria cuidados especiais (BROOKS, 1989:215). No ano seguinte, ela não conseguiu se recuperar totalmente de um AVC e faleceu.” ↩︎ - Os oceanos, pulmões do nosso planeta, estão sob ameaça. Poluição, pesca predatória e mudanças climáticas colocam em risco a rica biodiversidade marinha e, com ela, o futuro da humanidade. O Jornal da USP, comprometido com a divulgação científica de qualidade, oferece aos seus leitores reportagens abrangentes e atualizadas sobre a vida marinha, explorando seus desafios, descobertas e soluções. A seguir, temas específicos e relevantes sobre o a vida marinha. Por exemplo: impacto da poluição plástica nos ecossistemas marinhos, novas tecnologias para combater a pesca predatória,
desafios e oportunidades da aquicultura sustentável e ação individual e políticas públicas para a preservação da vida marinha? Para aprofundar a cobertura da vida marinha, sugerimos os seguintes temas para pesquisa de novos títulos:
Biodiversidade e Importância da Conservação: A biodiversidade marinha é vasta e abrange uma ampla gama de organismos, incluindo plantas, animais, invertebrados, insetos e micro-organismos. A importância da biodiversidade marinha reside na sua contribuição para vários aspectos da vida humana, como o abastecimento alimentar, os recursos medicinais e as oportunidades econômicas. A conservação da biodiversidade marinha é crucial devido às inúmeras ameaças que enfrenta, como a pesca excessiva, a poluição, as alterações climáticas e a destruição de habitats.
Compreendendo o Oceano e seus Princípios: O oceano desempenha um papel significativo na formação do clima e dos ecossistemas da Terra, e o seu estudo é inerentemente interdisciplinar, exigindo a colaboração entre vários campos científicos. O oceano é uma parte essencial do ciclo da água, interagindo com todos os outros reservatórios de água do planeta através de processos de evaporação e precipitação. ovas tecnologias, como satélites, boias, observatórios subaquáticos e submersíveis não tripulados, melhoram a nossa capacidade de explorar e compreender o oceano.
A Vida Marinha e seu Papel nos Ciclos Biogeoquímicos: O oceano é a origem de muitos ciclos biogeoquímicos, e a vida marinha contribui significativamente para a formação de vários tipos de rochas, como rochas siliciosas e carbonáticas. A vida marinha desempenhou um papel crucial na formação da superfície da Terra ao longo do tempo, influenciando a formação de rochas sedimentares e vulcânicas agora expostas em terra.
Desafios na compreensão da biodiversidade marinha: A vastidão e a complexidade do oceano, aliadas à carência de mais de especialistas, tornam um desafio o estudo e a compreensão da biodiversidade marinha no Brasil. O “Censo da Vida Marinha” é uma iniciativa internacional que visa catalogar e compreender a vida marinha, destacando a importância da cooperação global na investigação da biodiversidade marinha.
A Vida Marinha no Contexto Educacional Brasileiro: O conceito de vida marinha nas escolas brasileiras evoluiu ao longo dos anos, com ênfase crescente na importância da biodiversidade marinha e sua conservação. A pesquisa acadêmica pode fornecer percepções sobre como a vida marinha é ensinada e compreendida no contexto educacional brasileiro, ajudando a identificar lacunas e oportunidades de melhoria. Em resumo, o conceito acadêmico de vida marinha abrange a compreensão da biodiversidade marinha, a sua importância, as ameaças que enfrenta e os princípios que regem o oceano. Enfatizar a colaboração interdisciplinar, as novas tecnologias e a cooperação global é crucial para o avanço do nosso conhecimento e apreciação da vida marinha. ↩︎ - Robert (Bob) W. Hines (1912-1994) foi um artista americano da vida selvagem. Grande parte de sua carreira foi passada como ilustrador do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. “Robert Warren (Bob) Hines nasceu em Columbus, Ohio, em 6 de fevereiro de 1912. Ele frequentou a Clintonville Elementary School até que a família se mudou para Fremont, Ohio, quando ele tinha nove anos de idade. Ele rapidamente transformou a propriedade de Hines no que chamou de “zoológico de quintal”. A qualquer momento, ele podia ser encontrado cuidando de um zoológico de criaturas selvagens – tartarugas, sapos, peixes, marmotas, gambás, patos, codornas e corvos. Hines pescou, caminhou e acampou ao longo do rio Sandusky, perto de Fremont. Aos 12 anos ingressou nos escoteiros, chegando ao posto de escoteiro. Ele frequentou as escolas primárias Otis e Stamm e a escola secundária Fremont Ross. Hines se formou em Fremont Ross em 1926.” ↩︎
- “Edição do 40º e 50º aniversário de Silent Spring inclui uma nova introdução de Linda Lear e um posfácio de E.O. Wilson. Veja por que a análise de Carson é mais relevante agora do que nunca. Publicado pela primeira vez pela Houghton Mifflin em 1962, Silent Spring alertou um grande público para os perigos ambientais e humanos do uso indiscriminado de pesticidas, estimulando mudanças revolucionárias nas leis que afectam o nosso ar, terra e água. “Primavera Silenciosa tornou-se um grande best-seller, com repercussão internacional. [É] bem elaborado, destemido e sucinto. Mesmo que ela não tivesse inspirado uma geração de ativistas, Carson prevaleceria como um dos maiores escritores sobre a natureza nas letras americanas” (Peter Matthiessen, para as 100 pessoas mais influentes do século da Time). Esta edição do quadragésimo aniversário celebra o livro divisor de águas de Rachel Carson com uma nova introdução do autor e ativista Terry Tempest Williams e um novo posfácio da aclamada biógrafa de Rachel Carson, Linda Lear, que conta a história da defesa corajosa de Carson de suas verdades diante de implacáveis ataque da indústria química no ano seguinte à publicação de Silent Spring e antes de sua morte prematura em 1964.” Fonte: Books By Rachel Carson & Amazon ↩︎
- O impacto de substâncias químicas sobre a saúde pública: Fatores conhecidos e desconhecidos. “A exposição a várias substâncias químicas ocorre todos os dias e através de muitas vias diferentes,como ingestão, inalação, contato com a pele e através do cordão umbilical do nascituro. Muitas substâncias químicas são inofensivas ou até benéficas; outras são uma ameaça à nossa saúde e ao meio ambiente. A produção de substâncias químicas continua a crescer e, com ela, o potencial de exposição a tais substâncias. As substâncias químicas avaliadas nesta publicação são perigosas para a saúde humana, e a exposição a elas pode ser reduzida ou eliminada através da gestão ambiental. Elas incluem agrotóxicos, amianto, várias outras substâncias químicas domésticas e ocupacionais, poluição atmosférica ambiental e doméstica, tabagismo passivo, chumbo e arsênico. Apresentamos aqui estimativas sobre o impacto de um conjunto de substâncias químicas sobre a saúde, nos casos em que há evidências suficientes para uma quantificação global.” Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde. Organização Mundial da Saúde. Escritório Regional para as Américas. ↩︎
- Em 1955, a “aclamada conservacionista Rachel Carson – autora de Silent Spring – começou a trabalhar num ensaio que viria a considerar um dos projetos mais importantes da sua vida. Seu sobrinho-neto, Roger Christie, visitou Carson naquele verão em sua casa de campo no Maine, e juntos eles vagaram pelos bosques e poças de maré ao redor. Ensinando Roger sobre as maravilhas naturais ao seu redor, Carson começou a vê-las de uma forma nova e quis relacionar esse mesmo sentimento mágico a outras pessoas que pudessem ter a esperança de apresentar a uma criança a beleza da natureza. “Para que uma criança mantenha vivo o seu sentido inato de admiração”, escreve Carson, “ela precisa da companhia de pelo menos um adulto que possa partilhá-la, redescobrindo com ela a alegria, o entusiasmo e o mistério do mundo em que vivemos.” Fonte: Amazon.com ↩︎
- “Quando Rachel Carson morreu de câncer em 1964, seus quatro livros, incluindo o clássico ambiental Silent Spring, fizeram dela uma das pessoas mais famosas da América. Este tesouro de escritos anteriormente não coletados é uma adição inestimável ao nosso conhecimento de Rachel Carson, sua afinidade com o mundo natural e sua vida.” Fonte: Amazon.com ↩︎
- “O tecido da América é verdadeiramente tecido a partir do fio comum do rio Mississippi. É o cenário de inúmeras histórias americanas e serve como musa constante para artistas e músicos de Minneapolis, passando por St. Louis até o Delta da Louisiana. O rio é um tesouro cultural para a nação. Ao norte de Davenport, IA, o Refúgio Nacional de Vida Selvagem e Peixes do Alto Rio Mississippi oferece recreação, que vai desde remo, pesca, caça, caminhada e observação de pássaros até a tapeçaria. A parte superior do rio já foi um local de pesca de água doce de renome mundial e 25 por cento (260 espécies) de todas as espécies de peixes na América do Norte foram relatadas na bacia.” Fonte: American Rivers. ↩︎
- “Os Grandes Lagos contêm 84% da água doce de superfície dos Estados Unidos. Contribuíram para transformar o país num gigante agrícola e industrial. Agora, porém, as alterações climáticas, a poluição e as espécies invasoras ameaçam o recurso mais valioso do continente.” Fonte: National Geographic Portugal ↩︎
- “A área geográfica da região do meio-oeste dos Estados Unidos em geral ou quando não são indicados o estado ou estados específicos, normalmente incluídos nesta região são Illinois, Indiana, Iowa, Kansas, Kentucky, Michigan, Minnesota, Missouri, Nebraska, Ohio, Oklahoma, North Dakota, South Dakota e Wisconsin.” Fonte: DeCS/MeSH. ↩︎
- Extraído de Peixes e Mariscos da Costa Média Atlântica A “pesca atlântica é exercida por pescadores individuais ou por pequenas associações de pescadores. A este respeito, contrastam fortemente com as pescarias da Nova Inglaterra e da Costa do Pacífico, onde a unidade operacional típica é uma grande empresa, com estabilidade financeira e grandes recursos de materiais e equipamentos. As únicas excepções importantes à falta de organização na área do Médio Atlântico são a pesca de menhaden, dominada por várias grandes empresas proprietárias de cadeias de fábricas e muitos barcos, e a indústria de ostras de Long Island Sound e de secções de Nova Jersey e Virgínia. A pesca com rede de libra, em regra, é realizada por pescadores organizados em grupos de cerca de 8.126.” Fonte: Amazon.com ↩︎
- “NOS ÚLTIMOS quatro anos, a proteção ambiental e da vida selvagem nos Estados Unidos esteve sob ataque. O governo do presidente Donald Trump implementou uma campanha de desregulamentação, anulando ou enfraquecendo inúmeras leis e políticas que protegem espécies ameaçadas de extinção e o meio ambiente. As políticas que prejudicam a vida selvagem incluem o cancelamento de um acordo complexo de conservação de tetrazes-cauda-de-faisão, aração de áreas de natureza selvagem para construção de um muro de fronteira e remoção dos lobos-cinzentos da Lei de Espécies Ameaçadas. “O governo Trump tem sido consistentemente prejudicial para a vida selvagem… desde o primeiro até os últimos dias”, diz Drew Caputo, vice-presidente de litígios do grupo de direito ambiental Earthjustice.” Fonte: National Geographic Brasil ↩︎
- “Em 2020, o estado enfrentou uma de suas piores temporadas de incêndios florestais em uma década devido a incêndios gigantescos, como o denominado “Bush Fire”, na Floresta Nacional Tonto, perto de Phoenix. Grissom esclarece que as plantas invasoras atiçaram as chamas desse incêndio de cerca de 80 mil hectares, o quinto maior na história do estado. Não é um bom sinal para o sudoeste dos Estados Unidos: pesquisas recentes mostram que o Arizona e o Novo México estão entre as primeiras colocações em um índice de vulnerabilidade em locais com alto risco de incêndios florestais.” Fonte: National Geographic Brasil ↩︎
- “O REFÚGIO NACIONAL DE VIDA SELVAGEM em Chincoteague, Virgínia, é um dos mais novos de uma rede de santuários colocados ao longo das rotas de voo de as aves aquáticas. Descendo do norte os principais elos da cadeia são Parker River, Montezuma, Susquehanna, Brigantine e Bombaim Hook. Então de Chincoteague o links seguem para o sul, através de Back Bay e Pea Ilha, Mattamuskeet e Cabo Romain.” Fonte: Chincoteague: A National Wildlife Refuge ↩︎
- MATTAMUSKEET, PEA ISLAND E SWANQUARTER: São dois no continente e um na praia mais externa – são três Refúgios Nacionais de Vida Selvagem na Carolina do Norte que fornecem alimento de inverno e abrigo para mais de 100.000 aves aquáticas. Patos, gansos e cisnes que no verão se espalham pela borda norte do mundo, da Groenlândia ao Alasca, descem pelas rotas do céu no outono e nesses refúgios encontram as condições necessárias para sobreviver aos duros meses de inverno. ↩︎
- “Nos últimos anos, mais pessoas nos Estados Unidos e Canadá passaram a notar os barulhentos pássaros de cabeça preta e branca que fixam residência o ano todo em campos de golfe, gramados e outras áreas verdes. Será que esses gansos, talvez incentivados por invernos mais amenos e uma vida fácil nos subúrbios, simplesmente pararam de migrar para o sul? Em muitos casos, sim — mas a explicação é um tanto complexa.” Fonte: National Geographic Brasil ↩︎
- “O Mattamuskeet National Wildlife Refuge apresenta o maior lago natural de água doce da Carolina do Norte, o Lago Mattamuskeet, bem como pântanos, florestas pantanosas e florestas de terras altas. O refúgio abriga um grande número de aves aquáticas invernantes, bem como uma variedade de pássaros canoros reprodutores, mamíferos como o urso preto e o lince, e outros animais selvagens. Pesca, observação de pássaros, fotografia e caça são atividades recreativas populares.” ↩︎
- “O Refúgio Nacional de Vida Selvagem de Pea Island foi estabelecido em 1938 para fornecer habitat de nidificação, descanso e invernada para aves migratórias, incluindo os grandes gansos da neve e outras aves aquáticas migratórias, aves limícolas, aves pernaltas, aves de rapina e migrantes neotropicais; fornecer habitat e proteção para espécies ameaçadas e em perigo, como as tartarugas marinhas cabeçudas; e proporcionar oportunidades para a fruição pública da vida selvagem e dos recursos das terras selvagens. O refúgio está localizado no extremo norte da Ilha Hatteras, uma ilha-barreira costeira e parte de uma cadeia de ilhas conhecida como Outer Banks, e inclui praias, dunas, lagoas salobras e pântanos. A lista de aves do Refúgio Nacional de Vida Selvagem de Pea Island possui mais de 370 espécies.” ↩︎
- “O Swanquarter National Wildlife Refuge foi fundado em 1932 e protege um extenso pântano salobro costeiro em Pamlico Sound, no condado de Hyde, Carolina do Norte. O refúgio é composto por áreas úmidas florestadas e pântanos abertos e apresenta milhares de aves aquáticas migratórias durante o inverno, incluindo o pato preto americano, o bufflehead e o arrabio do norte. Jacarés americanos, águias, ursos negros e aves secretas do pântano também residem no refúgio. Aproximadamente 8.800 acres do refúgio são designados como Swanquarter National Wilderness Area, parte do Sistema Nacional de Preservação da Natureza.” ↩︎
- “Um pato flutuante e de cabeça grande que desaparece abruptamente e ressurge enquanto se alimenta, o pequeno Bufflehead passa os invernos balançando em baías, estuários, reservatórios e lagos. Os machos atacam em preto e branco à distância. Uma olhada mais de perto na cabeça mostra o verde brilhante e o roxo realçando a impressionante mancha branca. As fêmeas são marrom-acinzentadas suaves com uma mancha branca na bochecha. Bufflehead nidifica em antigos buracos de pica-paus, especialmente aqueles feitos por Northern Flickers, nas florestas do norte da América do Norte.” Fonte: Universidade Cornell ↩︎
- “Grupos unidos de Lesser Scaup se reúnem em grandes lagos, reservatórios e estuários durante a migração e o inverno, às vezes aos milhares. De longe, os bandos podem parecer apenas esteiras de vegetação flutuantes na água. Um olhar mais atento revela machos pretos e brancos e fêmeas marrom-chocolate flutuando na superfície e mergulhando abaixo para comer plantas e invertebrados aquáticos. A negrinha diabolicamente semelhante também costuma se juntar ao grupo, mas a negrinha menor usa um pequeno chapéu pontudo que fica na parte de trás da cabeça, ao contrário da cabeça arredondada da negrinha.” Fonte: Universidade Cornell ↩︎
- O Tratado de Aves Migratórias de 1916 protege 800 espécies de pássaros. Esse foi o primeiro acordo internacional voltado para a proteção de aves selvagens e um dos primeiros voltados para a proteção de qualquer espécie de vida selvagem. O tratado foi criado depois que pássaros como o pombo-passageiro e o pato-do-labrador foram extintos devido ao excesso de caça predatória. Como se não bastasse, as populações de garça-branca-pequena, íbis-branco-americano e garça-azul-grande encolheram porque as penas dessas espécies estavam sendo usadas para decorar chapéus femininos. Um crescente movimento de conservação, iniciado em grande parte por mulheres, tomou o mercado de chapelaria da América do Norte, fazendo com que a matança de aves causada por obsessão fashion ficasse fora de moda. A Sociedade Nacional de Audubon surgiu a partir desse movimento. Fonte: ShareAmerica é a plataforma do Departamento de Estado dos EUA cujo intuito é comunicar a política externa americana para todo o mundo. ↩︎
- “Os Estados Unidos é o único país do mundo onde os animais selvagens são mortos às dezenas de milhares estritamente por prêmios e entretenimento, de acordo com a Humane Society. Estima-se que antes da pandemia de coronavírus, havia mais de 400 concursos anualmente, responsáveis por 60 mil animais mortos a cada ano. O Texas sozinho tem pelo menos 60 concursos anuais. Muitas competições oferecem uma variedade de vida selvagem como alvo, de guaxinins, esquilos, coelhos e marmotas a raposas, linces, arraias e corvos. Os coiotes, amplamente considerados um animal incômodo em todo o país, são o alvo mais popular. (Alguns estados mantêm conteúdos destinados a reduzir a vida selvagem invasora, como pítons-birmanesas na Flórida, porcos selvagens no Texas e ratões-d’água na Louisiana.) Fonte: National Geographic Brasil ↩︎
- “A Partners in Flight concentra-se na conservação de aves terrestres nas Américas e traz conhecimento científico sobre aves terrestres para a Iniciativa de Conservação de Aves da América do Norte, que aborda os desafios e prioridades compartilhadas de conservação de aves para aves terrestres, limícolas, aquáticas e aquáticas. A Partners in Flight e uma ampla variedade de outras organizações de conservação estão apoiando suas recomendações.” ↩︎
- “Great Salt Lake, lago no norte de Utah, EUA, o maior corpo de água salgada interior do Hemisfério Ocidental e um dos corpos de água interiores mais salinos do mundo. O lago é alimentado pelos rios Bear, Weber e Jordan e não tem saída. O tamanho do lago oscilou muito, dependendo das taxas de evaporação e do fluxo dos rios que o alimentam. Sua área de superfície variou de cerca de 2.400 milhas quadradas (6.200 km quadrados) em seus níveis mais altos em 1873 e meados da década de 1980 para cerca de 950 milhas quadradas (2.460 km quadrados) em seu nível mais baixo em 1963. Em níveis elevados, a superfície do lago é 4.212 pés (1.284 metros) acima do nível do mar , e em nível baixo é 4.191 pés (1.277 metros). Em épocas de nível médio da água, o lago geralmente tem menos de 15 pés (4,5 metros) de profundidade, com profundidade máxima de 35 pés (11 metros).” ↩︎
- “Jim Bridger (nascido em 17 de março de 1804, Richmond , Virgínia, EUA – falecido em 17 de julho de 1881, perto de Kansas City , Missouri) foi um comerciante de peles americano, homem da fronteira, escoteiro, o “homem da montanha” por excelência. Em 1812, o pai de Bridger, um agrimensor e estalajadeiro, mudou-se com a família para uma fazenda em Illinois perto de St. Louis, Missouri. O jovem Bridger juntou-se à sua primeira expedição de captura de peles em 1822 (a de William H. Ashley e Andrew Henry, acima o rio Missouri), e durante os 20 anos seguintes ele passou repetidamente a pé por uma enorme área cujos limites eram a fronteira canadense, o rio Missouri, a fronteira Colorado-Novo México, e Idaho e Utah, explorando constantemente novos territórios; acredita-se que ele tenha sido o primeiro homem branco a visitar (1824) Grande Lago Salgado e foi um dos primeiros a explorar os gêiseres e pontos turísticos do Região de Yellowstone.” ↩︎
- O Bear River Migratory Bird Refuge fica no norte de Utah, onde o Bear River deságua no braço nordeste do Grande Lago Salgado. Nas terras ancestrais dos povos Shoshone, Paiute, Bannock e Ute, conhecidas como Newe ou Meme (o Povo), o Refúgio protege os pântanos encontrados na foz do Rio Bear. Cercados por terras áridas desérticas, esses pântanos são o maior componente de água doce do ecossistema do Grande Lago Salgado e são um oásis para aves aquáticas e vida selvagem. ↩︎
- Always, Rachel: The Letters of Rachel Carson and Dorothy Freeman, 1952-1964 – The Story of a Remarkable Friendship. Capa comum – 1 janeiro 1996. “O que é revelado nesta seleção de cartas é a pessoa extraordinária e privada de Carson e seu relacionamento com Freeman, o amigo caseiro e amante da natureza de seus últimos anos… Não é sempre que uma coleção de cartas revela caráter, profundidade emocional, personalidade, na verdade intelecto e talento, bem como uma biografia completa, essas cartas podem fazer tudo isso.” Doris Grumbach, resenha de livro do The New York Times ↩︎
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